13º salário 2026 tem reajuste para salvar o bolso de CLTs; Veja mais

O 13º salário é um direito garantido por lei para quem recebe benefícios do INSS. Em 2026, as regras continuam praticamente as mesmas, mas o valor final sofre influência direta do novo salário mínimo, que passou para R$ 1.621.

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Neste ano, o cálculo do 13º muda apenas por causa do reajuste do piso nacional. Apesar de não ser difícil de calcular, é importante prestar atenção ao período em que a pessoa recebeu o benefício ao longo do ano.

Funciona assim: quem recebeu aposentadoria ou pensão durante os 12 meses completos tem direito a um 13º no mesmo valor do benefício mensal bruto. Já quem começou a receber o pagamento depois do início do ano recebe o valor de forma proporcional.

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Nesse caso, basta dividir o valor mensal do benefício por 12 e depois multiplicar pelo número de meses em que o pagamento foi feito naquele ano.

Por exemplo: se o benefício mensal é de R$ 2.400 e a pessoa começou a receber em julho, ou seja, por 6 meses, o cálculo fica assim:

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R$ 2.400 ÷ 12 = R$ 200

R$ 200 × 6 = R$ 1.200

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Onde eu posso investir o 13º salário?

Receber o 13º salário em 2026 oferece uma oportunidade de ouro para quem busca independência financeira.

Sendo assim, em vez de consumir todo o valor com gastos sazonais, especialistas sugerem focar em ativos de renda fixa que aproveitem a taxa de juros:

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  • CDBs e LCIs/LCAs: Títulos protegidos pelo FGC que oferecem rentabilidade superior à poupança;
  • Tesouro Direto: Ideal para formar reserva de emergência ou planejar o longo prazo com segurança máxima;
  • Quitação de Dívidas: Utilizar o valor para negociar juros de cartões de crédito ou cheque especial continua sendo o investimento com maior “retorno” imediato, ao eliminar cobranças abusivas.