1ª parcela do 13º do INSS: Descubra se receberá R$810 ou R$4237
Confira o valor da 1ª parcela do 13º do INSS em 2026 e entenda o cálculo para receber R$ 810,50 ou R$ 4.237,77
13º salário do INSS 2026 (Foto: Montagem/TV Foco)
Confira o valor da 1ª parcela do 13º do INSS em 2026 e entenda o cálculo para receber R$ 810,50 ou R$ 4.237,77
Milhões de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aguardam a definição oficial sobre o abono anual de 2026, cujos valores da primeira parcela oscilam entre R$ 810,50 e R$ 4.237,77. O montante exato depende do piso nacional, fixado em R$ 1.621,00, e do teto previdenciário, que atinge R$ 8.475,55 neste ano.
Embora o governo federal ainda não tenha publicado o decreto final, a expectativa recai sobre a antecipação dos repasses para o primeiro semestre. O cálculo considera o valor bruto mensal e o tempo de contribuição ou recebimento durante o ano, conforme estipula a legislação previdenciária vigente.
Quem recebe o abono anual
A Previdência Social destina o 13º salário aos cidadãos que recebem benefícios previdenciários. Estão incluídos neste grupo aposentados, pensionistas por morte e beneficiários de auxílios temporários, como o auxílio-doença, auxílio-acidente e auxílio-reclusão.
Entretanto, é fundamental destacar que nem todos os segurados possuem esse direito. Quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), por exemplo, não tem acesso ao abono, visto que este benefício possui natureza assistencial e não previdenciária.
Definição dos valores da primeira parcela
O INSS fraciona o pagamento do abono em duas etapas distintas. A primeira parcela corresponde a exatamente 50% do benefício bruto e, diferentemente da segunda, não sofre descontos do Imposto de Renda.
Consequentemente, o segurado que ganha um salário mínimo receberá R$ 810,50 nesta fase inicial. Já aqueles que possuem direito ao teto máximo da previdência receberão o valor de R$ 4.237,77 na primeira cota, desde que tenham recebido o benefício durante os 12 meses.
Regra do pagamento proporcional
Caso o segurado tenha iniciado o recebimento do benefício há menos de um ano, o sistema aplica o cálculo proporcional. Divide-se o valor total por 12 e multiplica-se o resultado pelo número de meses em que o benefício esteve ativo (“avos”).
Se um beneficiário recebeu o piso nacional por apenas seis meses, por exemplo, a conta muda. Nesse cenário, tanto a primeira quanto a segunda parcela terão o valor ajustado para R$ 405,25 cada uma.
Quando será o pagamento provável do 13º do INSS?
A principal dúvida refere-se à data da liberação dos recursos. O padrão histórico recente indica que o governo deve antecipar os depósitos. Se isso ocorrer, a primeira parcela cairá entre a última semana de abril e a primeira de maio, conforme o final do NIS.
Todavia, se a administração federal não confirmar a antecipação, o calendário retornará ao fluxo padrão. Nessa hipótese, o INSS libera a primeira parte somente em agosto e a segunda parcela fica agendada para novembro.
Posso pedir a antecipação no banco agora?
Muitas instituições financeiras oferecem a “antecipação do 13º” antes do calendário oficial do governo. Contudo, o segurado deve ter cautela, pois essa operação funciona como um empréstimo bancário convencional.
Ou seja, o banco cobra juros sobre o valor adiantado. O ideal é aguardar o depósito automático do INSS para não comprometer a renda futura.
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