R$200M pelos ares e 2.043 lojas lacradas: FIM de varejistas atinge comerciantes de Goiânia e outras cidades de GO
O comércio de Goiânia vem passando por uma fase difícil. Isso porque várias lojas de varejistas acabaram sendo lacradas
Loja fechada (Foto: Reprodução/ Internet)
O comércio de Goiânia vem passando por uma fase difícil. Isso porque várias lojas de varejistas acabaram sendo lacradas
Não precisa ser um grande especialista no assunto para concluir que o setor varejista costuma movimentar a economia do Brasil. Entretanto, em Goiânia algo inesperado vem acontecendo.
Acontece que o setor varejista na cidade vem sofrendo com o fechamento de várias lojas. Pelo menos acabou sendo isso que apontou uma reportagem do portal O Hoje.
Vale lembrar que esse número começou a cair em 2023. Na ocasião, o Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás (Sindilojas-GO) divulgou um dado muito importante.
Isso porque cinco em cada dois comércios de ruas estavam fechados. O levantamento mostrava que dentre as 4.532 lojas físicas, 2.043 haviam encerrado as suas atividades.
Para o presidente do Sindilojas, Cristiano Caixeta, vários fatores podem ter prejudicado o setor varejista. Assim, ele acabou citando a pandemia e a falta de investimentos no centro.
“Isso tudo, somado à alta carga tributária, deixou muitos empresários de mãos atadas, sem outra alternativa a não ser encerrar as atividades de suas empresas”, declarou Caixeta.
O sindicato também informou que a estimativa é de que o fechamento das lojas de rua tenha provocado uma perda de R$200 milhões anuais na economia de Goiânia.
Além disso, outras cidades de Goiás também acabaram sendo afetadas. Diante disso, a principal projeção é de que foram extintos aproximadamente 15 mil postos de trabalho.
Considerações finais
Várias varejistas de Goiânia, e de cidades próximas, enfrentaram problemas. Isso porque as lojas acabaram sendo lacradas por conta de problemas financeiras. Isso atingiu o comércio e causou todas essas questões.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.
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