CLTs que recebem acima do salário mínimo terão aumento salarial em 2026? Entenda o que a lei prevê para o próximo ano

O novo salário mínimo de 2026 já está definido. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o valor passa a ser de R$ 1.621 e começa a valer a partir do dia primeiro de janeiro do ano que vem.

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Mas, será que o salário de quem recebe valores acima do mínimo também aumenta em 2026 com o novo reajuste? Essa pergunta é comum entre trabalhadores com carteira assinada (CLTs). E a resposta acaba sendo um pouco desanimadora para a maioria.

Acontece que a lei só garante aumento automático para quem recebe exatamente o salário mínimo. Quem ganha acima desse valor não tem reajuste obrigatório. Dessa forma, não são todos que recebem um reajuste que acompanha o piso nacional.

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Reajuste para quem recebe acima do piso nacional

O aumento do salário mínimo serve apenas como piso, ou seja, o valor mais baixo que uma empresa pode pagar legalmente. Se o salário já é maior que o mínimo, a empresa não é obrigada a reajustar. Assim, muitos provavelmente não receberão um reajuste.

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Ademais, mesmo sem obrigação, muitas empresas acabam reajustando os salários mais baixos. Isso acontece para evitar que cargos diferentes fiquem ganhando quase a mesma coisa ou para manter funcionários motivados.

Além disso, sindicatos costumam negociar aumentos todo ano. Quando o salário mínimo sobe, essas negociações ficam mais fortes. Agora, veja alguns fatores que podem fazer o salário subir em 2026 para quem recebe acima do piso:

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  • Acordo do sindicato com as empresas
  • Política interna da empresa
  • Avaliação de desempenho do funcionário
  • Promoção ou mudança de cargo
  • Falta de profissionais no mercado

Destacando que cada empresa e cada categoria funcionam de um jeito.

Quais os principais direitos dos CLTs?

Em suma, os CLTs possuem diversos direitos garantidos pela CLT. Entre os principais estão:

  • Registro em carteira com função e salário.
  • Jornada de 8 horas diárias e 44 semanais, com pagamento de horas extras.
  • Intervalo para refeição e descanso.
  • Descanso semanal remunerado, geralmente aos domingos.
  • Férias de 30 dias com acréscimo de 1/3 do salário.
  • 13º salário pago em duas parcelas.
  • Depósito de FGTS de 8% do salário.
  • Seguro-desemprego em caso de demissão sem justa causa.
  • Licenças maternidade, paternidade e médica.
  • Adicional noturno de 20% sobre a hora diurna.
  • Aviso prévio e verbas rescisórias em caso de demissão.

Por fim, CLIQUE AQUI e veja tudo sobre os CLTs.

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