O Bolsa Família surpreendeu ao trazer 3 situações que possibilitam o corte do benefício. Por isso, todos precisam ficar atentos

Bolsa Família é o principal programa social do Governo Federal, tendo como objetivo principal erradicar a pobreza no Brasil. Atualmente, são mais de 20 milhões de beneficiários.

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Para receber o dinheiro na conta é preciso cumprir alguns requisitos. Em caso de descumprimento, o beneficiário pode ter que lidar com o bloqueio ou o corte do dinheiro.

O Governo intensificou a fiscalização do Bolsa Família para garantir que o recurso chegue a quem precisa. A manutenção do benefício depende do cumprimento rigoroso de regras de cadastro e convivência.

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Atualmente, três situações principais acionam o alerta vermelho do sistema, podendo resultar na suspensão imediata ou no cancelamento definitivo do pagamento mensal do benefício.

Atualização cadastral

O primeiro grande risco é a desatualização cadastral. Famílias que não renovam suas informações no CadÚnico por mais de 24 meses entram automaticamente na lista de revisão.

Mesmo que não existam mudanças de endereço ou renda, a confirmação dos dados é obrigatória para atestar a continuidade do perfil de vulnerabilidade exigido pelo programa federal.

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Renda acima do limite permitido

Uma das principais regras para avaliar se uma família pode receber ou não no programa é renda mensal da casa. Aliás, ele deve ser de, no máximo, R$ 218,00 por mês por pessoa do núcleo. Mas, se esse valor for superado, o Bolsa Família pode acabar sendo cancelado.

Dados pessoais

O descumprimento de compromissos nas áreas de saúde e educação, como manter as vacinas das crianças em dia, garantir a frequência escolar mínima de crianças e adolescentes e realizar o acompanhamento pré-natal no caso de gestantes pode resultar no corte.

Quais os benefícios extras do Bolsa Família?

  • Benefício de Renda de Cidadania (BRC): R$ 142 por pessoa da família.
  • Benefício Complementar (BCO): Valor adicional para garantir o mínimo de R$ 600 por família.
  • Benefício Primeira Infância (BPI): Extra de R$ 150 por criança de até sete anos incompletos.
  • Benefício Variável Familiar (BVF): Adicional de R$ 50 para gestantes e crianças/adolescentes entre 7 e 18 anos incompletos.
  • Benefício Variável Familiar Nutriz (BVN): Extra de R$ 50 por membro da família com até sete meses incompletos. As transferências começam em setembro.
  • Benefício Extraordinário de Transição (BET): Garantia de que ninguém receba menos do que no programa anterior (Auxílio Brasil). Válido até maio de 2025.

Por fim, confira também mais matérias sobre Bolsa Família clicando aqui.

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