Portas fechadas e R$ 5 bilhões em dívidas: 3 bancos gigantes vão à FALÊNCIA e obrigam o BC a agir às pressas

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

29/10/2023 às 13:20 · Tempo de leitura: 3 minutos

3 bancos gigantes vão à FALÊNCIA e obrigam o BC a agir às pressas - Montagem: TVFOCO

Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a  falência de três bancos gigantes

Sabemos bem que, quando o assunto se trata de falências que assolam grandes empresas e bancos, vocês gostam de ficar por dentro de tudo o que acontece.

Dessa forma, com direito a portas fechadas e R$ 5 bilhões em dívidas, vocês saberão agora detalhes sobre três instituições financeiras que acabaram indo à falência, obrigando o Banco Central a agir as pressas. Vamos conferir?

Quais bancos acabaram falindo?

De acordo com o G1, o portal de notícias da Globo, em nota divulgada em 28/09/08, aqui no Brasil, liquidações de 12 bancos se arrastam desde 1995.

De acordo com as informações que foram divulgadas, a lei brasileira manda que uma instituição em dificuldades sofra intervenção e posterior liquidação, encerrando suas atividades.

Assim, dentre tantos bancos que acabaram falindo desde a época, iremos dar destaque para três grandes empresas.

Os bancos Econômico, Nacional e Bamerindus, que saíram do mercado entre 1995 e 1997, na verdade não deixaram de existir, apesar de terem fechado as portas há mais de uma década.

Banco Bamerindus – Foto Internet

Banco Nacional – Foto Internet

Nos três casos, um interventor nomeado pelo BC, age e coordena a venda dos bens dessas instituições a fim de tentar recuperar o dinheiro que o governo federal investiu para garantir os depósitos dos clientes dessas instituições.

Pois bem, as informações dão conta de que o Econômico, Nacional e Bamerindus foram instituições beneficiadas pelo programa de socorro dos bancos criado pelo governo nos anos 90, o Proer.

Dessa forma, após o Banco Central agir, foi informado que, em valores corrigidos, o Bamerindus recebeu R$ 3,2 bilhões, o Econômico precisou de R$ 5,2 bilhões e o Nacional, de R$ 5,8 bilhões.

Por fim, de acordo com informações do Banco Central, na época, o dinheiro recuperado com a liquidação dos bens desses bancos não foi suficiente para cobrir os custos da ajuda oferecida. Conforme a assessoria de imprensa do Banco Central, a conta do Proer acabou sendo negativa em cerca de R$ 35 bilhões, considerado o último balanço da instituição.

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