Já pode ir se despedindo da poupança: 3 rivais que jorram mais dinheiro chegam para derrubar a Caixa, Itaú e +

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

26/05/2024 07:40

5 min

Investimentos têm deixado a poupança para trás (Foto Reprodução/Montagem/Canva/CAIXA/Itaú)
Investimentos têm deixado a poupança para trás (Foto Reprodução/...
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Investidores estão deixando cada vez mais a poupança de lado quando o assunto é deixar o dinheiro render

Se você está começando a pensar em investir e conhece só a poupança, saiba que há oportunidades de baixo risco, como a caderneta, que jorram muito mais dinheiro ...

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Mas apesar de ser extremamente popular, investir em poupanças de bancos como Itaú, Caixa, entre outros tem sido visto apenas como deixar o dinheiro parado na conta-corrente.

Ainda mais após a chegada desses novos investimentos de fácil acesso ...

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Contra fatos, não há argumentos ...

Inclusive, vale dizer que o Banco Central identificou uma redução expressiva da caderneta de poupança e essa situação foi desencadeada pela preferência em massa desses mesmos correntistas em aplicações mais rentáveis

Comunicado do Banco Central hoje (23) crava 3 viradas com o REAL - Foto: Reprodução/Internet
Banco Central (Foto: Reprodução/Internet)

Com isso, a debandada da boa e velha poupança tem sido cada vez mais frequente, mesmo entre aqueles que possuem valores consideráveis aplicado na mesma como o de R$5 mil.

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Fuga em massa

No entanto, de acordo com o portal O Globo, essa avaliação dentro do Banco Central é de que essa “fuga em massa da poupança” deva continuar, especialmente considerando que os bancos têm feito uma abordagem mais incisiva aos poupadores conforme recebem informações via Open Finance*.

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Tal análise consta do Relatório de Estabilidade Financeira (REF), publicado ainda no dia 23 de abril de 2024.

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Desde o ano de 2021, a poupança tem registrado forte retirada de recursos. O saldo passou de R$ 1,035 trilhão no fim de 2020 para R$ 983 bilhões no final de 2023.

Poupança
Clientes estão "fugindo" da poupança por ter outras linhas de investimento mais rentáveis (Foto Reprodução/ Agência Brasil)

O estudo sobre a poupança analisou os dados de 2022, quando a caderneta teve saque líquido recorde de R$ 103,24 bilhões.

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Essas análises foram realizadas a partir de dados de mais de 57 milhões de indivíduos recebidos dos cinco maiores bancos do Brasil com saldo de pelo menos R$ 500,00 na caderneta de poupança, o que representa 89% do estoque total da caderneta de poupança em dezembro de 2021 e 2022.

Nessa amostra, 29,5 milhões de indivíduos sacaram dessas contas o total de quase R$ 279 bilhões e aportaram aproximadamente R$ 201 bilhões em outros ativos financeiros.

Quais são os investimentos mais rentáveis que a poupança?

Conheça abaixo 3 dos melhores investimentos que são bem melhores que a poupança:

1-Tesouro Direto

O Tesouro Direto, que nada mais é que uma plataforma de negociação dos títulos de dívida pública do governo federal, ganha cada vez mais adeptos por ser uma opção muito mais rentável do que a poupança, sobretudo nos últimos anos.

De acordo com o Blog Genials, os títulos públicos disponíveis na plataforma do Tesouro Direto que rendem aproximadamente 10% ao ano, ou seja, pelo menos o dobro do que rende a poupança e bem superior à inflação.

Já o Tesouro IPCA+, se trata de um dos títulos públicos mais atrativos do Tesouro Direto e rende mais do que a poupança por ter uma taxa prefixada e ainda contar com a variação do IPCA, a inflação oficial do Brasil.

Portanto, no caso do Tesouro IPCA+ já é certo que o seu dinheiro renderá mais que a inflação.

Quanto à segurança dos títulos públicos do Tesouro Direto não há argumentos contrários.

São considerados os investimentos mais seguros do mercado porque o emissor, no caso, é o próprio governo.

O poder público é tido pelo mercado financeiro como bom pagador e, por isso, os títulos públicos são até mais seguros do que a poupança.

2-CDBs

Os CDBs são títulos de dívida emitidos por bancos, por meio deles, o investidor empresta dinheiro para o banco financiar suas atividades em troca de uma remuneração.

É a mesma lógica do Tesouro Direto, no qual o governo é o tomador de empréstimos e os cidadãos são os beneficiários dos rendimentos.

Os CDBs são ótimos substitutos da poupança porque a maioria deles tem liquidez diária, podendo ser resgatados a qualquer momento.

Diferente da liquidez mensal da poupança, os CDBs remuneram proporcionalmente, não importa se você investiu em um dia e, no próximo, já resgatar.

Certamente, o valor será corrigido, mesmo que minimamente.

Aplique o dinheiro no CDB para dobrar seus investimentos (Reprodução: Internet)
Os CDBs como demais investimentos tem sido mais procurados que a poupança comum (Foto Reprodução/ Internet)

Em bancos médios, por exemplo é possível encontrar rentabilidades de mais de 100% do CDI.

Quanto à segurança, os CDBs têm a mesma garantia da poupança: o Fundo Garantidor de Créditos – FGC, para aplicações de até 250 mil reais por CPF e por instituição financeira

Essa garantia permite ao investidor buscar rentabilidades maiores em bancos de menor porte, que costumam oferecer remunerações mais vantajosas, pois caso o emissor quebre e dê um calote, o FGC garante a quantia aplicada.

O valor do investimento inicial varia de acordo com cada CDB, mas há títulos para investidores de todos os níveis.

3-Fundos de renda fixa

Por fim temos o fundos de renda fixa que, além de você não precisar gerir, há uma junção dos papéis mencionados, como CDB e títulos públicos.

Ou seja, seu dinheiro estará em aplicações mais rentáveis que a poupança e de forma diversificada, diminuindo os riscos e ajustando a rentabilidade.

Há fundos que ultrapassam de 100% do CDI, porém deve-se observar que os fundos aceitam aportes mínimos de pelo menos R$ 100, o que acaba sendo vantajoso para um investidor que esteja iniciando.

MAS ATENÇÃO! Para ter essa gestão profissional tem um custo: a chamada taxa de administração.

É importante avaliar e verificar se ela não é muito alta para que não reduza demais a rentabilidade e torne o fundo desvantajoso comparando com a poupança.

Especialistas do mercado recomendam que ela não ultrapasse de 1% ao ano.

Os custos aumentam por que há cobrança de IOF para aplicações de prazo inferior a 30 dias e Imposto de Renda sobre os rendimentos

Quanto ao risco, os investidores só estão expostos ao risco das aplicações nas quais o fundo investe porque, caso as gestoras dos fundos quebrem, é possível migrar para outro fundo.

https://youtu.be/XTaYhKEVztY?si=LYceSz-JlgSK2WEz

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Autor(a):

Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.