Dívida de R$ 5 bilhões no Bradesco, fechamento e fim de serviço: 3 terrores de falência expostos por Bonner no JN
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
William Bonner deu notícias no Jornal Nacional (Foto: TV Globo)
No horário nobre, a Globo vem repercutindo a situação de algumas empresas e uma delas ainda vem lutando para não encerrar as atividades de vez
Em 2023, William Bonner expôs o caso das lojas Americanas, que vêm enfrentando um processo de Recuperação Judicial. Após descobrir um rombo de R$ 20 bilhões nas contas, a rede passou a lidar com uma situação complicada de crise, inclusive de imagem.
Segundo o Jornal Nacional, somente com o Bradesco, a varejista tinha uma dívida aberta de nada menos que R$ 5 bilhões. Nos últimos meses, depois que a ação foi parar na Justiça, a empresa fechou 132 unidades e demitiu mais de 10 mil funcionários para não ser dissolvida.
Fim de 2 bancos
As lojas Americanas não foram as únicas a ganharem destaque no Jornal Nacional. Em março do ano passado, William Bonner também revelou a crise que duas grandes instituições financeiras causaram no setor econômico mundial. Nos Estados Unidos, o Silicon Valley Bank e o Signature tiveram fim decretado.
Para quem não acompanhou, a queda das companhias, que vieram uma seguida da outra, foram apontadas como a 2ª maior do mercado norte-americano. “O fechamento de dois bancos em três dias, nos Estados Unidos, colocou o mercado financeiro internacional em alerta”, disse o apresentador na edição que foi ao ar no primeiro semestre.
Além de enfrentar as próprias questões, o Silicon Valley Bank também era responsável por várias outras terceirizadas. Após o anúncio, os clientes tiveram problemas para movimentar o dinheiro aplicado no banco, o que gerou diversas reclamações. O encerramento veio de um “efeito dominó” da crise financeira de 2008, que continua sendo vista como uma das piores no país.
Na época, tentando reverter as dívidas, a instituição declarou que venderia US$ 2,25 bilhões em ações. Assustados com as incertezas, vários investidores retiraram o saldo da conta. Eles tinham cerca de US$ 209 bilhões em ativos, mas não foram os únicos atingidos. Logo na sequência, o Signature causou uma perda de US$ 300 bilhões no setor bancário, ascendo um alerta geral entre economistas.
O que acontece em casos de falência?
Esse processo reúne os bens da instituição e dos donos, apontando o que deve ser liquidado para pagar as dívidas em aberto. Ele pode levar longos anos na Justiça, assim como também pode ser revertido, caso o responsável consiga achar um jeito de levantar a empresa novamente.
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