Disparada no Seguro-Desemprego, aposentadoria do INSS e PIS: Nova lei de Haddad arma 3 vitórias HISTÓRICAS

Fernando Haddad falou sobre mudança no salário mínimo (Foto: Agência Brasil)
O político revelou proposta para salário mínimo do ano que vem, que vai atingir diretamente outros pagamentos
Em abril, Fernando Haddad confirmou que o Governo Federal propôs salário mínimo de R$ 1.502 para 2025. Ele abordou o assunto em entrevista ao Estúdio I, da GloboNews.
O novo valor, como apontou o ministro da Fazenda, segue a política de valorização atual, tendo aumento real baseado no INPC e no PIB. Com isso, a atualização passa também a ser válida para, pelo menos, outros 3 pagamentos vinculados ao mínimo.
Segundo a revista Veja, junto com o salário, o Seguro-Desemprego, as aposentadorias do INSS e o abono do PIS/Pasep serão reajustados. Essa mudança deve acontecer em janeiro.

Para quem não sabe, o cidadão de baixa renda pode garantir um salário mínimo mensal, que inicialmente será no valor revelado por Fernando Haddad. O Benefício de Prestação Continuada não é previdenciário e não depende de prévias contribuições.
Para ter acesso à liberação, é necessário procurar o CRAS e se registrar no CadÚnico. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o requisito é a idade mínima de 65 anos, seguido pelas condições em que a pessoa vive.

Qual o maior salário mínimo do Brasil?
Existem alguns estados que têm o piso diferente. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Paraná possuem as próprias leis a respeito do pagamento obrigatório aos trabalhadores.
Em fevereiro, o governador do Paraná, Ratinho Junior, definiu que o salário mínimo regional seria entre R$ 1.856 e R$ 2.134,88 para categorias técnicas de nível médio. Hoje, o estado tem o maior valor do país.