De assassinato de ex-BBB a falso suicídio: 5 crimes contra famosos que a Justiça não conseguiu resolver

Relembre os mistérios que cercam as mortes de quatro casos chocantes envolvendo famosos, incluindo um ex-BBB, que ficaram sem explicação

07/10/2026 07:00

4 min

Veja os 5 casos envolvendo famosos, incluindo ex BBB, que ficaram sem solução na Justiça (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN/Globo)
Veja os 5 casos envolvendo famosos, incluindo ex BBB, que ficara...
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Relatório do Instituto Sou da Paz expõe a realidade da impunidade no país por meio de casos emblemáticos que chocaram o público

O Brasil convive historicamente com a estagnação de inquéritos policiais de alta complexidade e, quando a vítima é uma pessoa pública, o impacto social se multiplica, transformando a busca por respostas em uma cobrança nacional.

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Um levantamento do Instituto Sou da Paz, divulgado em julho de 2026, aponta uma realidade alarmante:

  • Cerca de 6 em cada 10 homicídios no país ficam sem solução, deixando milhares de famílias sem justiça.

A seguir, com base em dados do portal Gazeta, relembramos cinco casos de grande repercussão que permanecem sem culpados punidos e sem uma resolução concreta da Justiça.

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1. André Cowboy (2011):

Na madrugada de 1º de junho de 2011, criminosos assassinaram André Luís Gusmão de Almeida, conhecido como André Cowboy após sua participação no Big Brother Brasil 9, aos 37 anos, em sua chácara na cidade paulista de Alumínio.

O ex-participante do reality deixou a casa após ouvir os cães latirem, e um atirador o atingiu com um tiro na nuca.

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A Polícia Civil investigou linhas como:

Leia também

  • Latrocínio, já que os criminosos levaram uma televisão e um notebook;
  • Vingança;
  • Cobrança de dívidas.
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André Cowboy no Big Brother Brasil (Foto: Reprodução/Globo)

Mas, apesar das apurações, o delegado relatou o inquérito sem apontar a autoria do crime.

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2. MC Daleste (2013):

Daniel Pellegrine, o MC Daleste, era um dos grandes nomes do funk ostentação de São Paulo.

Em julho de 2013, durante um show em Campinas (SP), um atirador baleou o cantor de 20 anos no tórax enquanto ele conversava com o público no palco.

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Inclusive, dezenas de fãs registraram o momento exato dos disparos em um vídeo que chocou o país. A perícia apontou que os tiros partiram de uma distância de mais de 40 metros.

Sem conseguir identificar o atirador ou o mandante, a Justiça determinou o arquivamento do caso anos depois por falta de provas.

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MC Daleste (Foto: Reprodução/Instagram)

3. PC Farias (1996):

Paulo César Farias, ex-tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello, foi encontrado morto em junho de 1996 ao lado da namorada, Suzana Marcolino, em Maceió (AL).

Por ser peça-central de um dos maiores escândalos políticos da época, a morte levantou suspeitas de “queima de arquivo”.

Em 2013, o júri popular do caso tomou uma decisão crucial:

  • Deram como falsa a tese inicial de crime passional seguido de suicídio e confirmaram que o casal foi vítima de um duplo homicídio.

Os ex-seguranças de PC Farias foram absolvidos da acusação de omissão ou coparticipação, mantendo os verdadeiros executores na sombra até hoje.

4. Ana Lídia Braga (1973):

Um dos episódios mais revoltantes da crônica policial brasileira ocorreu em Brasília, durante a ditadura militar.

A menina Ana Lídia, de apenas 7 anos, foi raptada na saída da escola.

Seu corpo foi localizado no dia seguinte com severas marcas de violência e abuso sexual.

Ana Lídia Braga
Ana Lídia Braga/ Túmulo de Ana Lídia Braga (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Globo/TikTok)

Apesar do clamor público,fortes suspeitas rondavam familiares de figuras influentes do poder político da época.

Logo, o processo prescreveu sem nenhuma condenação.

Porém, o túmulo da garota tornou-se um ponto de peregrinação e devoção popular na capital federal, o qual é visitado constantemente, principalmente em Dia de Finados.

O que aconteceu com Priscila Belfort?

Embora as autoridades jamais tenham confirmado legalmente a morte dela devido à ausência do corpo, o sumiço de Priscila Belfort continua como um enigma doloroso.

Priscila desapareceu em 2004, após sair do trabalho no centro do Rio de Janeiro, e nenhuma testemunha a viu novamente.

Seu irmão, o lutador Vitor Belfort, utilizou e ainda faz uso frequente da sua projeção na mídia para cobrar buscas e manter o caso em evidência nacional.

Priscila Belfort (Foto: Reprodução / Disney+)
Priscila Belfort (Foto: Reprodução / Disney+)

Mais de duas décadas depois, as autoridades fluminenses exploraram diversas linhas de investigação, mas nenhuma resposta definitiva alcançou o caso.

Mas, para saber sobre mais casos, clique aqui*

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Autor(a):

Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.