5 sinais alarmantes do AVC em idosos 60+ que exigem atenção e ida ao hospital IMEDIATA hoje (30)
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
12 sinais alarmantes do AVC em idosos 60+ que exigem atenção (Foto: Reprodução/ Internet)
Atenção, idosos! Esses cinco sinais podem ser sintomas de um AVC e todos precisam ficar atentos
O Acidente Vascular Encefálico (AVE), também conhecido como Acidente Vascular Cerebral (AVC), ou, derrame, pode ocorrer em duas situações específicas, sendo elas:
- quando há o entupimento de algum vaso sanguíneo (AVE/AVC isquêmico), ou
- quando há o rompimento de um vaso sanguíneo (AVE/AVC hemorrágico).
Em ambas as situações ocorrem a interrupção do fluxo sanguíneo no cérebro, o que pode levar a pessoa, geralmente idoso 60+, a ficarem com sequelas ou até mesmo ao óbito.
Contudo, geralmente o AVC chega lentamente e de forma silenciosa com apenas alguns sinais, que, caso identificados rapidamente, podem fazer uma grande diferença e até mesmo salvar a vida.
Conforme apurado pelo TV FOCO, segundo o portal oficial do Ministério da Saúde, existem 5 sinais alarmantes que podem indicar alerta para qualquer um dos tipos de AVE.
Sintomas que podem indicar um AVC
- fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;
- alteração da fala ou compreensão;
- alteração na visão (em um ou ambos os olhos);
- alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;
- dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente.
Ao notar qualquer um desses sintomas, o mais indicado é procurar imediatamente uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), pois, possivelmente pode se tratar de um AVE.
Além disso, caso não dê para deslocar o idoso ou pessoa sofrendo um AVE, ou se for você, ligue imediatamente para o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) ou Bombeiros.
Nesse caso, segundo o MS, quanto mais rápido ocorrer o atendimento, melhores e maiores são as chances de sobrevivência, recuperação e até mesmo de não haver nenhuma sequela.
Como o quadro é diagnosticado?
O diagnóstico é realizado por meio de exames de imagem, como a tomografia computadorizada de crânio, sendo o mais comum para identificar rapidamente o tipo e a área do cérebro afetada.
Ao chegar ao hospital, os cuidados de emergência incluem a verificação dos sinais vitais, como pressão arterial, temperatura e glicemia.
É importante também manter o paciente deitado, exceto em casos de vômito, e garantir o acesso venoso no braço não paralisado.
A administração de oxigênio é feita, se necessário, e o horário de início dos sintomas é determinado com a ajuda de um questionário ao paciente ou acompanhante.
Existem fatores de risco?
Sim, existem alguns fatores que podem levar ao AVE/AVC. O derrame pode acabar sendo desencadeado por uma série de motivos, tanto para o tipo hemorrágico quanto para o isquêmico.
Entre os principais fatores de risco estão:
- Hipertensão
- Diabetes tipo 2
- Colesterol alto
- Sobrepeso e obesidade
- Tabagismo
- Uso excessivo de álcool
- Idade avançada
- Sedentarismo
- Uso de drogas ilícitas
- Histórico familiar
- Sexo masculino
Esses fatores aumentam a probabilidade de ocorrência de um AVC e devem ficar sendo monitorados, pois muitos são evitáveis ou controláveis com mudanças no estilo de vida.
Além disso, a prevenção ao AVE está totalmente ligada aos fatores de riscos. Alguns, não podem ser controlados, como o câncer, por exemplo, contudo, há alguns cuidados que podem ser tomados:
- Não fumar;
- Não consumir álcool;
- Não fazer uso de drogas ilícitas;
- Manter alimentação saudável;
- Manter o peso ideal;
- Beber bastante água;
- Praticar atividades físicas regularmente;
- Manter a pressão sob controle;
- Manter a glicose sob controle.
Considerações finais
- Em resumo, o AVC é uma condição grave que pode afetar as pessoas, em especial os idosos.
- Identificar sinais como: fraqueza, alterações na fala, visão, equilíbrio e dor de cabeça súbita pode salvar vidas, pois o atendimento rápido é essencial para minimizar danos e sequelas.
- Fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol alto e sedentarismo podem ser controlados com mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável, exercício e evitar substâncias prejudiciais.
- Ademais, a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para a recuperação e redução de complicações.
Por fim, veja esta matéria: 3 sinais do corpo uma semana antes do AVC que idosos 60+ precisam se atentar
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