Saiba todos os detalhes sobre o anúncio da empresa cravando fechamento de postos
Antes de mais nada, é muito importante explicar que o Shell, em suma, se trata de uma empresa multinacional petrolífera britânica com sede em Londres, que tem como principais atividades a refinação de petróleo e a extração de gás natural.
Sendo assim, com R$ 75 milhões e mais de 500 postos de gasolina fechados em 2024, vocês saberão nesta segunda-feira (25), sobre o anúncio feito pela empresa, com direito até mesmo a substituto convocado.
De acordo com informações do portal Quatro Rodas, o Shell fechará 1.000 postos de gasolina para focar em carros elétricos. Pois bem, para melhor entender sobre o assunto, com o vasto crescimento no que diz respeito aos carros elétricos, o Shell anunciou o fechamento gradual de 1.000 postos de gasolina para substituí-los por pontos de carregamentos de veículos elétricos.
Assim, agindo como um verdadeiro substituto dos postos convencionais, os pontos elétricos da Shell vem para acompanhar as mudanças no mercado.
Conforme a fonte, a empresa visa, até 2030, que seu número de eletropostos praticamente quadruplique, indo das 54.000 praças atuais para 200.000.

Shell (Foto: Reprodução / May James/ Reuters)

Posto Shell – Foto: Internet

Posto Shell – Foto: Internet
E as informações não param por aí. Além disso, os planos da empresa são para que a cobrança da eletricidade seja mais eficiente e que outras possibilidades de arrecadação sejam exploradas. Diante de tudo isso, a Shell afirmou que a guinada começa já, com 500 postos sendo fechados a cada 12 meses.
Por que a Shell está fechando os seus postos de gasolina?
Segundo a empresa, essa simplesmente se trata de uma vantagem competitiva em relação a outras empresas, dado que a Shell está inserida em praticamente em todos os mercados mundiais, incluindo o Brasil.
Para quem não sabe, o país vem inaugurando carregadores DC em postos de gasolina. Por fim, é importante ressaltar ainda que a empresa também investirá cerca de US$ 10 a US$ 15 bilhões em soluções de energia de baixo carbono entre 2023 e 2025.
