6 toneladas de peixe e carne PODRE apreendidas em mercado n°1 de Porto Alegre, RS, afeta clientes HOJE (15/04)

Peixe e carne podre em Porto Alegre - Foto Reprodução Internet
Fique por dentro de uma apreensão de 6 toneladas de peixe e carne podre em mercado de Porto Alegre, chocando a população
Um mercado considerado por muitos o n°1 de Porto Alegre, RS, infelizmente chocou a todos com 6 toneladas de peixe e carne podre no local. Desse modo, foi feita uma apreensão dos alimentos, afetando milhares de pessoas e clientes do local bastante tradicional.
As informações são do G1, que divulgou a notícia na última segunda-feira (14). Agora, o time de especialistas no TV Foco traz os detalhes. Tudo de acordo com o informado pelo portal. Além disso, com a sua própria redação.

Alimentos apreendidos
Sabendo disso, mais de 6 toneladas de peixe e carne foram apreendidas em uma fiscalização do Ministério Público do RS.
O caso ocorreu em diversas bancas do Mercado Público de Porto Alegre, considerado um grande centro de vendas de alimentos na região.

Assim, cerca de 2,6 toneladas de peixes foram apreendidas em um caminhão, além de outros 100 kg em 2 peixarias. Os pescados estavam em más condições de higiene e sem procedência, algo totalmente fora dos padrões.
Além disso, recolheu-se mais 3,5 toneladas de carne bovina e suína com validade vencida, sem origem e sem inspeção sanitária.
Ademais, o promotor de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, da Promotoria de Defesa do Consumidor de Porto Alegre, comentou sobre a apreensão, dizendo:

“Nesta época de Páscoa, em que o consumo de pescados aumenta, é fundamental que verifiquemos as condições dos produtos, considerando aspectos como transporte, temperatura, origem e validade. Temos o papel de prevenir e proteger a saúde dos consumidores”, afirmou ele.
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Qual foi o pronunciamento do Mercado Público sobre a situação?
Por meio de uma nota oficial, a associação declarou:
“Com relação à operação realizada na manhã desta segunda-feira (14) nas peixarias do Mercado Público, a Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc) reitera que o caráter fiscalizador das bancas é de responsabilidade de Prefeitura”, disse a nota. E continuou:
“Cabe à Associação orientar os proprietários para que ofereçam os melhores serviços e cumpram as determinações exigidas pela saúde e demais órgãos competentes”, declarou o Mercado.
E finalizou: “Para todos é muito importante esse tipo de fiscalização, uma vez que a maioria esmagadora dos mercadeiros atua de forma correta no Mercado Público”.
Conclusões finais
Por fim, a crise atingiu os clientes e compradores da região. Nesta época de Páscoa a compra dos alimentos, como peixe e carne, sobe bastante. Assim, todas as medidas de segurança foram tomadas, visando proteger a população sulista.