Não vai mais jogar no Vasco: 777 arranca mais um jogador das mãos de Ramon para desespero de Pedrinho

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

12/02/2024 às 10:05 · Tempo de leitura: 3 minutos

Não vai mais jogar no Vasco: 777 arranca mais um jogador das mãos de Ramon para desespero de Pedrinho - Montagem tv Foco

777 arranca mais um jogador das mãos de Ramon para desespero de Pedrinho no Vasco da Gama

A temporada de 2024 não começou nada amigável entre o Vasco da Gama e a SAF do clube, a 777, isso porque ela não libera os milhões necessários para o Vasco contratar os jogadores que são pedidos pelo treinador, Ramón Díaz, com isso o Cruzmaltino perdeu mais uma grande contratação.

Segundo informações do portal, ‘Vascainonet’, a 777 resolveu vetar a contratação do volante Wallison, do Athletic-MG, que vem sendo um dos destaques do clube mineiro desde a temporada passada, a de 2023. De acordo com o portal, a SAF não aprovou o nome da contratação, que foi um pedido de Ramón Díaz, e não vai liberar o dinheiro necessário para a chegada do jogador.

Não vai mais jogar no Vasco: 777 arranca mais um jogador das mãos de Ramon para desespero de Pedrinho – Foto | Reprodução: Internet

Wallison, tem passagens por Cruzeiro e Ponto Preta, e em janelas de transferências passadas, chegou a ser sondado pelo Palmeiras, uma das equipes mais fortes e imponentes do futebol Sul-Americano nos últimos anos, ao lado do Flamengo.

Sem a chegada de Wallison, o diretor de futebol do Vasco da Gama, Alexandre Mattos terá que procurar outro nome para reforçar a posição de volante do Cruzmaltino. Recentemente, Alexandre Mattos deu uma alfinetada na SAF do clube, dando a entender que não está satisfeito com a não liberação do dinheiro necessário para contratações.

Não vai mais jogar no Vasco: 777 arranca mais um jogador das mãos de Ramon para desespero de Pedrinho – Foto | Reprodução: Internet

O que disse Alexandre Mattos?

“Eu vim para o Vasco sabendo que há uma nova ordem no futebol, uma SAF, que é uma empresa. E a empresa ela toca o clube como uma empresa. Obviamente futebol tem algumas particularidades que precisam ser ajustadas com o tempo, principal delas talvez seja a tomada decisão com risco”, disse.

“No futebol brasileiro o risco faz parte de tudo, a gente trabalha com seres humanos, não máquinas. O risco faz você recuar ou não. No caso de uma empresa, ela quer o menor risco possível. No futebol às vezes você arrisca um pouco mais, o resultado pode vir ou não vir. Você tem que ter saídas e organização para que isso não cause problemas”, completou.

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