A atitude de Silvio Santos que muitos não teriam com jurado do Show dos Calouros após perder a perna

Silvio Santos no programa do Silvio Santos - Foto Reprodução SBT
Atitude de Silvio Santos chocou, mas acabou dando oportunidade a jurado do show de calouros
Em uma entrevista bombástica no programa A Noite é Nossa, comandado por Geraldo Luís na Record, Sonia Lima, eternada jurada do Show de Calouros no SBT, acabou falando tudo no bate-papo sobre seu marido já falecido, após uma luta contra o câncer.

A atitude de Silvio Santos que muitos não teriam com jurado do Show dos Calouros após perder a perna (Foto: Reprodução)
No bate-papo, Sonia Lima, relatou que seu esposo, Wagner Montes, apresentador de programa na Record, tinha exigido que a doença dele fosse escondida do público.
De acordo com o que ela falou para Geraldo Luís, Wagner teve um câncer no rim, retirando o órgão em 2010, mas pelo fato de ser fumante, o câncer acabou chegando na região dos pulmões posteriormente.
Na entrevista Sonia Lima acabou abrindo o jogo sobre uma atitude que Silvio Santos teve com Wagner Montes, confessando a Geraldo Luís que Silvio Santos foi o responsável por dar a primeira prótese para ser usada em uma das pernas de Wagner, que acabou perdendo em um acidente aos 26 anos de idade.
Uma das exigências de Silvio Santos a respeito da sua deficiência era que ele nunca aparecesse sem a perna e que sempre escondesse sua deficiência física: “Nunca mais ele surgiu sem a perna”, garantiu Sonia Lima sobre Wagner Montes.
Anos em tratamento, Wagner Montes acabou não resistindo a luta contra o câncer e veio à óbito, deixando o Brasil inteiro de Luto.
Como esta hoje em vida Sonia Lima?

A atitude de Silvio Santos que muitos não teriam com jurado do Show dos Calouros após perder a perna (Foto: Reprodução)
Após a morte de seu marido Wagner Montes, Sonia Lima ainda tenta se acostumar a viver sem seu companheiro: “Estou buscando me adaptar, me redescobrindo e me surpreendendo muito comigo mesma. A palavra permissão está em alta na minha vida. Três anos [após a morte de Wagner] e me vejo em uma solidão assistida, posso estar com alguém ou rodeada de gente, mas, de repente, me vejo cheia de nada, é uma sensação de abandono que não passa. Quando quem vai leva sua melhor parte, que é a sua companhia, fica esse vazio que não sei como preencher”.