A atitude de Silvio Santos que muitos não teriam com jurado do Show dos Calouros após perder a perna
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Atitude de Silvio Santos chocou, mas acabou dando oportunidade a jurado do show de calouros
Em uma entrevista bombástica no programa A Noite é Nossa, comandado por Geraldo Luís na Record, Sonia Lima, eternada jurada do Show de Calouros no SBT, acabou falando tudo no bate-papo sobre seu marido já falecido, após uma luta contra o câncer.
A atitude de Silvio Santos que muitos não teriam com jurado do Show dos Calouros após perder a perna (Foto: Reprodução)
No bate-papo, Sonia Lima, relatou que seu esposo, Wagner Montes, apresentador de programa na Record, tinha exigido que a doença dele fosse escondida do público.
De acordo com o que ela falou para Geraldo Luís, Wagner teve um câncer no rim, retirando o órgão em 2010, mas pelo fato de ser fumante, o câncer acabou chegando na região dos pulmões posteriormente.
Na entrevista Sonia Lima acabou abrindo o jogo sobre uma atitude que Silvio Santos teve com Wagner Montes, confessando a Geraldo Luís que Silvio Santos foi o responsável por dar a primeira prótese para ser usada em uma das pernas de Wagner, que acabou perdendo em um acidente aos 26 anos de idade.
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Uma das exigências de Silvio Santos a respeito da sua deficiência era que ele nunca aparecesse sem a perna e que sempre escondesse sua deficiência física: “Nunca mais ele surgiu sem a perna”, garantiu Sonia Lima sobre Wagner Montes.
Anos em tratamento, Wagner Montes acabou não resistindo a luta contra o câncer e veio à óbito, deixando o Brasil inteiro de Luto.
Como esta hoje em vida Sonia Lima?
A atitude de Silvio Santos que muitos não teriam com jurado do Show dos Calouros após perder a perna (Foto: Reprodução)
Após a morte de seu marido Wagner Montes, Sonia Lima ainda tenta se acostumar a viver sem seu companheiro: "Estou buscando me adaptar, me redescobrindo e me surpreendendo muito comigo mesma. A palavra permissão está em alta na minha vida. Três anos [após a morte de Wagner] e me vejo em uma solidão assistida, posso estar com alguém ou rodeada de gente, mas, de repente, me vejo cheia de nada, é uma sensação de abandono que não passa. Quando quem vai leva sua melhor parte, que é a sua companhia, fica esse vazio que não sei como preencher".