R$ 650 milhões em dívidas e à beira da falência: 4 shopping pedem socorro e lutam para sobreviver em 2024

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

02/02/2024 às 12:07 · Tempo de leitura: 3 minutos

4 shopping estão a beira da falência e brigam para sobreviver (Foto: Reprodução/ Internet)

4 shopping estão a beira da falência

Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações podem levar ao fim de um grande negócio. Dessa vez, por exemplo, falaremos de 4 shoppings que estão afundados em dívidas, à beira da falência e brigam com facas e dentes para sobreviver. 

De acordo com informações do portal Poder 360, matéria que foi ao ar em setembro de 2023, o PCS Shoppings (Portfólio Centro-Sul Participações) teve o processo de recuperação judicial aprovado. O grupo é dono de 4 empreendimentos nos Estados de São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais.

Na petição inicial do pedido, a dívida era de R$ 650 milhões. Os empreendimentos faziam parte de um fundo da gestora Pátria. Segundo o que foi dito pelo Poder 360, os ganhos com a venda da operação não foram suficientes para compensar gastos determinados em contrato.

Lages Shopping Center (Foto: Reprodução/ Internet)

Em agosto do ano passado, o pedido de recuperação foi aceito pela 1ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte. Tudo isso depois de o Bradesco iniciar um procedimento para assumir a propriedade dos imóveis. O banco é o maior credor da empresa.

Via Café Shopping Center, em Varginha, MG, é um dos que briga para sobreviver (Foto: Reprodução/ Internet)

Os imóveis alvos da recuperação judicial são:

  • Bragança Shopping Center, em Bragança Paulista (SP);
  • Via Vale Shopping Centers, em Taubaté (SP);
  • Lages Shopping Center, em Lages (SC);
  • Via Café Shopping Center, em Varginha (MG).

O que a empresa alegou para justificar o pedido de recuperação judicial?

Ao entrar com o pedido de recuperação judicial, a empresa que administra quatro shoppings acabou alegando várias situações. Alegou aumento da inadimplência do aluguel, vacância das lojas, queda nas vendas e até citou os prejuízos causados pela pandemia da Covid-19.

 

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