Mais de 2bi e encerramento de atividades: A cerveja AMADA comprada pela Heineken por fortuna após crise

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

07/09/2023 às 19:13 · Tempo de leitura: 3 minutos

Heineken comprou uma grande rival (Foto: Divulgação)

Heineken comprou grande rival e se tornou uma poderosa do mundo das bebidas

Heineken é uma das principais cervejarias do mundo. No Brasil a marca também é queridinha e está na lista das queridinhas dos brasileiros. Mas, às vezes, nem só de boas vendas vive uma grande empresa. Aquisições também são importantes.

E segundo o portal Poder 360, no dia 13 de fevereiro de 2017, a Heineken anunciou o acordo fechado garantindo a compra da fabricante de bebidas Brasil Kirin Holding, o que acabou levando a holandesa para outro patamar.

Para quem não sabe, a Brasil Kirin foi uma empresa de bebidas, que surgiu de uma fusão da empresa brasileira Schincariol e a japonesa Kirin Holdings Company, a princípio começou a investir em refrigerantes, mas logo partiu para as bebidas alcoólicas.

Brasil Kirin foi comprada pela Heineken (Foto: Divulgação)

Talvez você conheça as cervejas Schin, Glacial, Cintra, Baden Baden, Devassa e Eisenbahn, e a empresa era dona dessas marcas, vendidas em grande abundância nos mercados, concorrendo diretamente com a Ambev e o Grupo Petrópolis.

Essa junção ocorreu em 2012, mas já 2014, a Brasil Kirin começou a enfrentar dificuldades financeiras por conta da situação em que o país se encontrava, e apenas 3 anos depois, foi anunciada a venda para a Heineken. Conforme o site, o valor da transação custou aos cofres da Heineken o valor de  € 664 milhões, o equivalente a R$ 2,2 bilhões.

Heineken comprou grande rival (Foto: Divulgação)

Após a compra, a Heineken tornou-se a 2ª maior empresa de cerveja do país, atrás apenas da Ambev, braço da AB InBev, a líder mundial de produção.

Entre os produtos do portfólio estavam as cervejas Schin e Devassa. A Brasil Kirin operava 12 fábricas com rede de vendas e de distribuição própria de produtos.

O QUE DISSE A EMPRESA?

Em uma nota oficial divulgada na época, a empresa esclareceu a decisão de optar pela venda. “Levando em conta os riscos associados à economia brasileira e a situação da concorrência em um mercado estancado, a Kirin chegou à conclusão de que seria difícil transformar o Brasil Kirin em uma atividade rentável”.

Heineken comprou rival (Foto: Divulgação)

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