R$ 28 bilhões: A destruição de cofres da Heineken para comprar e acabar com rival gigante no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Heineken gasta bilhões na compra de rival (Foto: Divulgação)
Heineken estourou o cofre ao comprar rival por 28 bilhões
Heineken é uma das principais cervejarias do mundo. No Brasil a marca também é queridinha e está na lista das queridinhas dos brasileiros. Mas, às vezes, nem só de boas vendas vive uma grande empresa. Aquisições também são importantes.
É comum grandes empresas comprar rivais para menores para aumentar seu poder de influência. E a gigante holandesa costuma fazer muito isso, tanto que ela já adquiriu grandes marcas e investiu muitos bilhões.
E foi exatamente isso que a Heineken Brasil fez em 2010. A cervejaria divulgou a compra de ações da Fomento Económico Mexicano SAB de CV (Femsa) naquele ano e surpreendeu o mercado com a aquisição milionária.
A cerveja Heineken sendo servida em copo – Foto Reprodução Internet
De acordo com informações da Veja, a transação custou aos cofres da empresa holandesa o valor de 5,3 bilhões de euros que convertendo para reais na cotação atual, daria um montante 28,62 bilhões.
A transação, vale destacar, fez muito bem para a Heineken, já que no portfólio das marcas das cervejas da Femsa incluía na época a Kaiser, Bavaria, Xingu, Sol e Summer Draft. O grupo também importava do México a marca Dos Esquis. Ambas as marcas passaram a pertencer a poderosa holandesa.
Dona de mega outros produtos, a Heineken faz sucesso no Brasil (Foto: Reprodução)
Qual foi outra gigante que ela comprou?
Segundo o portal Poder 360, no dia 13 de fevereiro de 2017, a Heineken anunciou o acordo fechado garantindo a compra da fabricante de bebidas Brasil Kirin Holding, o que acabou levando a holandesa para outro patamar.
Ainda de acordo com o portal, o valor da transação custou aos cofres da Heineken o valor de € 664 milhões, o equivalente a R$ 2,2 bilhões.
Como mencionamos, após a compra, a Heineken tornou-se a 2ª maior empresa de cerveja do país, atrás apenas da Ambev, braço da AB InBev, a líder mundial de produção.
Entre os produtos do portfólio estavam as cervejas Schin e Devassa. A Brasil Kirin operava 12 fábricas com rede de vendas e de distribuição própria de produtos.
Fabricação da Heineken (Foto: Reprodução / Internet)
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