A doença que atingiu Xuxa e famosas: Dermatologista expõe real sobre poder de óleo natural

Benefícios do óleo de alecrim para doença que acabou atingindo Xuxa e outras famosas.

10/09/2025 às 09:46 · Tempo de leitura: 4 minutos

Xuxa - Foto: Internet

Benefícios do óleo de alecrim para doença que acabou atingindo Xuxa e outras famosas

Em março deste ano de 2025, Xuxa contou que acabou sendo diagnosticada com alopecia androgenética, popularmente conhecida como calvície. Dessa forma, por causa da perda de cabelo, a rainha dos baixinhos revelou que precisou recorrer a um transplante capilar.

Embora a doença seja mais comum em homens, mulheres também podem apresentar calvície. Em suma, existem vários tipos de alopecia, e no caso específico da Xuxa, trata-se da alopecia androgenética, que é hereditária, ou seja, transmitida geneticamente pela família.

Além de Xuxa, outras famosas Juliette, Deborah Secco, Gretchen, Maiara e Maraisa, Naomi Campbell, Ariana Grande, Viola Davis e Keira Knightley, revelaram sofrer de alopécia.

Dermatologista expõe real sobre poder de óleo natural

De acordo com informações do portal Terra, o tricologista Mark Blake, diz que a crença no poder dos óleos capilares se sustenta, em parte, por seus benefícios hidratantes.

“As pessoas presumem que massagear o couro cabeludo com azeite de oliva, óleo de gergelim, óleo de girassol ou óleo de alecrim é benéfico porque hidrata o couro cabeludo (o que de fato acontece) ou potencialmente ajuda a reduzir a inflamação e promover o crescimento capilar”, explica.

Mas, Blake faz um alerta importante: o uso inadequado pode causar mais mal do que bem. “O principal problema é que as pessoas não removem esses óleos, e isso pode criar uma série de problemas. O pior erro é deixar os óleos no couro cabeludo durante a noite, pois o produto se deteriora durante a noite e se mistura com leveduras, bactérias e fungos que já estão presente”, pontua.

BENEFÍCIOS

O óleo de alecrim, inclusive, acabou mostrando sua eficácia no tratamento da alopecia androgenética de forma semelhante ao minoxidil, melhorando a vascularização e a circulação sanguínea, além de potencializar a regeneração dos folículos capilares.

“Um estudo descobriu que o óleo de alecrim foi tão eficaz quanto o Minoxidil no tratamento da alopecia androgenética, porém, foi comparado ao Minoxidil a 2% em vez da solução a 5% comumente recomendada para queda de cabelo”, diz o médico.

Dessa forma, ara quem busca uma alternativa mais suave, a água de alecrim (infusão da planta em água quente) pode ser uma opção com menor risco de reação, embora seus efeitos sejam menos potentes.

Quais são os sinais de alopecia?

Segundo os médicos é preciso estar atento e buscar o atendimento com médico dermatologista assim que perceber os sintomas. Como a doença é progressiva, é preciso buscar tratamento o mais breve possível.

Os sintomas são:

  • Afinamento dos fios;
  • Afastamento linha média, que é a do centro do cabelo;
  • Queda de cabelo;
  • Deixar rastro de cabelo onde senta no trabalho ou em casa;
  • Couro mais aparente.

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