Empresa gigante fechou negócio com outra concorrente do mercado em uma transação bilionária

A Suzano é uma empresa no segmento de papel e celulose de eucalipto, a maior do mundo, a Fibra é uma concorrente dessa empresa gigante.

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Como duas das maiores do segmento conseguem se juntar em uma fusão bilionária sem sequer uma demissão em massa?

Em 2019, a Suzano incorporou a Fibria, criando um novo líder mundial no segmento de celulose avaliado em R$ 47,6 bilhões.

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Walter Schalka, Presidente da Suzano desde 2013, fez a fusão com a Fibria em janeiro de 2018, só a transação da empresa foi avaliada em US$ 14,5 bilhões.

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Na época, uma entrevista foi dada pelo empresário, que disse que não queria fugir das origens da empresa e ainda relacionou com criar uma ‘terceira empresa’ entre elas: “A cada dia chegamos mais perto disso”, diz. “Estamos criando uma terceira empresa.”

O fruto da união manteve o nome Suzano, mas ganhou a logomarca da Fibria, para mostrar o esforço de aproveitar o melhor de dois mundos.

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Essa é a fábrica da Suzano papel e celulose (Reprodução - Internet)

Essa é a fábrica da Suzano papel e celulose (Reprodução – Internet)

O QUE MUDOU?

Em 2023 fizeram 4 anos da fusão da empresa que não queria mais ser tratada como produtora de commodities, e sim, como uma fornecedora de biomateriais: “Vamos causar impacto na sociedade com mais sustentabilidade e mais inovação”.

Graças à sinergia entre as antigas Suzano e Fibria, em áreas como cultivo florestal e logística, a nova organização projetou economia anual de R$ 800 milhões a R$ 900 milhões.

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O impacto foi de 40% desse efeito já nos resultados de 2019, 90% em 2020 e 100% a partir de 2021.