Do céu ao inferno: A falência trágica de 5 empresas gigantescas após serem aniquiladas pela concorrência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Falência de gigantes após perda para concorrentes (Foto: Divulgação)
Empresas gigantes e famosas que perderam espaço para a concorrência e tiveram falência decretada
Muitas empresas surgem, fazem sucesso, alcançam o auge e às vezes somem do mapa como se nunca tivessem existido. Quando um empreendimento decreta falência tende a assustar os consumidores.
Mas, muitas das vezes é um caminho esperado dado que a empresa não estava cumprindo com o que pede o mercado e acabou se perdendo. Para se manter no auge, é necessário saber inovar e está sempre por dentro do que o público consome. E hoje vamos falar de 5 empresas que não inovaram. As informações são do site Alexandre Sparda.
KODAK
Kodak perdeu espaço para as concorrentes (Foto: Divulgação)
Abrimos nossa lista citando a poderosa Kodak, que por anos foi símbolo de câmeras perfeitas e mesmo com seu poderio, teve a falência decretada. Mas, calma, que ela conseguiu se reerguer. Nos anos 2000, a Kodak já enfrentava dificuldades financeiras, e em 2012, entrou em falência. Sua falência ocorreu em 2012, mas sua queda começou anos antes.
Ela foi a primeira a fabricar câmeras digitais, mas, não lançou, pois acreditava que isso iria atrapalhar os seus negócios com filmes. Enquanto isso, outras câmeras digitais passavam a se tornar cada vez mais populares. Assim, empresas como a Fujifilm e a Canon, aproveitaram a brecha de mercado deixada pela Kodak e investiram no segmento. Após crise e falir, ela se reergueu, mas não alcançou mais o auge.
BLOCKBUSTER
A Blockbuster foi uma das empresas que faliram – Foto: Internet
Nossa segunda da lista é a Blockbuster, que era uma empresa americana conhecida por locação de vídeos. Ela foi fundada em 1985, e logo se expandiu e se tornou uma das principais redes de locadoras de vídeo do mundo, com mais de 9000 lojas.
Com variedade de filmes e programas de TV para locação, incluindo lançamentos e títulos clássicos, ela tinha muitos clientes. Ela também oferecia serviços on-line, como a possibilidade de locação de todos os seus títulos pela internet, que eram entregues fisicamente na casa do locador por correio.
Mas, a Blockbuster não acreditou que o consumo de conteúdo via streaming, que dava sinais de que iria vingar, iria se tornar tão popular, por conta dos avanços da internet banda larga. A decisão de seguir apenas com lojas físicas seria sua ruína, pois, uma grande concorrente iria aproveitar a tecnologia e essa gigante era ninguém menos que a Netflix.
Assim, nos anos 2000, a Blockbuster passou a enfrentar dificuldades financeiras, e em 2010, decretou falência. Em2013, após inúmeras tentativas de recuperação, fechou suas portas.
SEARS
Sears já foi considerada a maior varejista do mundo (Reprodução: Internet)
Agora vamos falar, da Sears que começou como uma gigante loja de relógios e joias, e logo se expandiu para incluir em seu portfólio uma variedade de produtos, como roupas, eletrônicos, móveis e ferramentas.
Ela também era conhecida por sua marca de private label, Kenmore, que vendia produtos como eletrodomésticos e ferramentas, comercializados por uma rede própria de lojas de departamentos e uma divisão de catálogos de venda por correspondência.
O erro da empresa foi se concentrar apenas em lojas físicas e não expandir os negócios para o mundo online. Enquanto isso, os concorrentes se aproveitaram e fizeram todo esse processo. Além disso, teve também o aumento da venda de produtos personalizados pelos seus concorrentes, prática que a Sears também não buscou se adaptar.
No ano de 2010, a Sears passou a sinalizar dificuldades financeiras e em 2018, entrou em falência. Em 2019, a empresa fechou boa parte de suas lojas e seus negócios foram vendidos.
NOKIA
A gigante Nokia é uma das empresas de eletrônicos que descansam para sempre – Foto: Reprodução/Internet
Nossa lista ainda tem uma gigante dos celulares, a Nokia. Ela se tornou uma das principais fabricantes de telefones celulares no mundo, alcançando uma participação de mercado de cerca de 40% em 2007, ficando conhecida mundialmente por seus smartphones modelos Nokia Lumia e o Nokia N-series, líderes de mercado.
Mas, enquanto ela focava em celulares baseados em Symbian, suas rivais, como a Apple e a Samsung, lançavam smartphones baseados em sistemas operacionais mais versáteis como iOS e Android, que permitiam a criação de aplicativos por qualquer desenvolvedor.
Com a perda de marketshare, em 2011, a Nokia enfrentou grandes dificuldades financeiras, vendeu sua divisão de telefones celulares para a Microsoft. Em 2016, decretou falência.
BLACKBERRY
A empresa agora está focando em outros ramos (Reprodução: Internet)
Fechamos nossa lista falando da BlackBerry, que é uma empresa canadense que foi fundada em 1984 como Research In Motion (RIM), que se especializou no desenvolvimento de dispositivos móveis e software de comunicação eletrônica, incluindo smartphones, tablets e seus sistemas operacionais.
A empresa se tornou popular por conta dos seus smartphones com teclado QWERTY, que eram populares devido à sua facilidade de digitação. Junto aos dispositivos, também eram oferecidos serviços de comunicação como o BlackBerry Messenger (BBM), um dos primeiros aplicativos de mensagens instantâneas para smartphones.
Mas o diferencial da BlackBerry, era seu sistema de segurança. Mas, com o tempo, as concorrentes investiam em tecnologia e a BlackBerry seguia seus modelos com teclado. Ela foi perdendo espaço e em 2010, enfrentou uma grande crise. Em 2013, a empresa cortou cerca de 40% de sua força de trabalho.
Após esforços, em 2016 anunciou que deixaria o mercado de smartphones. Em 2019, a BlackBerry vendeu sua divisão de software e serviços para a BlackBerry Limited, uma companhia de segurança cibernética.
QUAL EMPRESA ESTÁ SOFRENDO COM RECUPERAÇÃO JUDICIAL?
Temos uma empresa que não decretou falência, mas, está na luta para evitar isso. Trata-se da Americanas, que hoje vive um momento delicado e está de recuperação judicial. O mercado espera que ela se recupere. Conforme informações do G1, a gigante teve um rombo de mais de 20 bilhões e depois foi exposto que a cifra poderia chegar na casa dos R$ 40 bilhões.
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