A Globo teve acertos interessantes com o remake de “O Astro”. Tudo funcionou bem, desde a escolha da novela – desconhecida por boa parte do público – até as decisões sobre o número de capítulos, definição dos autores Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro para a adaptação e a seleção do elenco.
Os seus resultados já indicam e apontam para novas experiências no horário ainda no decorrer do ano que vem. Walcyr Carrasco, sem férias, ao fim de “Morde & Assopra”, vai iniciar imediatamente os trabalhos de “Gabriela”.
Alguns aspectos devem ser considerados. Há, nesta faixa das 11, a possibilidade de se ousar muito mais, ao contrário de outros horários, engessados ou limitados pela “classificação indicativa”. Existe maior liberdade para os campos de criação e realização.
Como se verifica, “O Astro” não apenas veio para homenagear os 60 anos da teledramaturgia. Foi uma aposta que deu certo e deixa abertas as portas para se resgatar, a partir daqui, outras importantes obras do passado.
Com informações de Flávio Ricco
