"Morreu": A perda irreparável de integrante do Jornal Hoje confirmada por substituto de Bonner no JN
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Grande nome do jornalismo da Globo morre e morte é confirmada no Jornal Nacional (Foto: Divulgação)
Substituto de Bonner expõe no Jornal Nacional morte de grande nome que fez parte do jornalismo da Globo
O Jornal Nacional da Globo é conhecido por informar as principais notícias do Brasil e do mundo. E muitas vezes abre espaço para falar da perda de algum grande nome do cenário brasileiro.
Sejam nomes do esporte, novelas ou jornalismo, se é um nome que marcou de alguma forma, é citado na programação. E no dia 21 de outubro o substituto de William Bonner expôs a perda de um famoso nome de jornalismo.
Hélter Duarte ao vivo no Jornal Nacional (Foto: Reprodução / TV Globo)
Hélter Duarte, que estava na edição especial de sábado, comunicou a perda: “Morreu neste sábado (21), em São Paulo (SP), aos 71 anos, o jornalista Carlos Amorim”. Em seguida, ele falou dos trabalhos do jornalista.
“Carlos Roberto Amorim da Silva trabalhou nos principais jornais cariocas e revistas de circulação nacional. E foi como repórter que começou a trabalhar nas Organizações Globo. Foram cinco anos no jornal O Globo. Na década de 1980, migrou para o telejornalismo”, disse o apresentador do Jornal Nacional.
No trecho seguinte, relatou o que ele fez na emissora dos Marinhos. “Foi editor do Jornal da Globo, do Jornal Hoje e do Jornal Nacional. Chefe de redação do Globo Repórter, diretor do Fantástico e diretor de Eventos Especiais da Central Globo de Jornalismo”, disse ele.
Carlos Roberto Amorim da Silva (Reprodução/Internet)
QUAIS AS OUTRAS EMISSORAS QUE TRABALHOU?
Hélter Duarte expôs as outras emissoras do jornalismo, as quais foram a extinta TV Manchete, do SBT, da Record e da Bandeirantes, onde implantou o canal de notícias BandNews.
Por fim, ele expôs o que ele ganhou e estava fazendo antes de morrer: “Carlos Alberto ganhou o Prêmio Jabuti, o mais importante do Brasil, pelo livro reportagem “Comando Vermelho – a história do crime organizado”, em 2004. Também recebeu os prêmios jornalísticos Vladimir Herzog e Simon Bolivar. Nos últimos anos, Carlos Amorim se dedicava a projetos independentes para o cinema, a TV e internet.”
Carlos Roberto Amorim da Silva (Foto: Reprodução / Jornal da Globo)
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