Juliano (Cauã Reymond) comentará com Dante (Marco Pigossi) que sempre que Guerra (Maksin Oliveira) está envolvido em alguma operação da Draco a quadrilha escapa.
Dante fica desconfiado e, então, prepara uma armadilha. Ele mandará Guerra visitar o legista para apurar a morte de Minervino, um dos capangas de Orlando (Eduardo Moscovis) e assassinado pelo mesmo.
Guerra dirá que, de acordo com a autópsia, o homem cometeu suicídio, e mentirá dizendo que o porteiro não viu qualquer pessoa subir ao apartamento dele no dia do crime. No entanto, Dante averiguará as informações e descobrirá que houve sinais de luta no corpo e que o porteiro viu Orlando no mesmo dia do crime.
Dante resolve seguir Guerra e Juliano decide acompanhá-lo. Eles flagrarão o criminoso encontrando Orlando num bar. “Agora eu não tenho mais nenhuma dúvida. Você e a Belisa (Bruna Linzmeyer) estavam certos. O Orlando é um assassino, um bandido da pior espécie. E o Guerra está junto dele na facção. Agora chegou a hora de a gente derrubar esse cara! É o fim da carreira de marginal do Orlando!”, dirá Dante a Juliano.
Logo após eles verão Orlando entregando um envelope para Guerra, e Dante se indignará. “Cara, a minha vontade é ir lá agora e arrebentar a cara do Guerra! Esse cara me fez de idiota esse tempo todo! Eu não acredito! E ainda por cima eu ajudei ele várias vezes, sempre elogiei o trabalho dele para os superiores!”.
Juliano então pede que o policial se controle e que busque uma prova concreta para prender o policial corrupto. Eles então falarão com Zulu (Jonathan Azevedo), que está preso, para convencer o bandido a gravar uma conversa com Guerra em troca de redução de pena e entrada no programa de proteção à testemunha.
Zulu aceitará o acordo e conseguirá a prova contra Guerra. Quando este volta para a delegacia, é surpreendido com o anúncio de sua prisão.
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