A vergonhosa versão de Saramandaia

27/06/2013 às 09:20 · Tempo de leitura: 2 minutos

Princípio da história deveria ser preservado

A novela Saramandaia, embora seja uma versão livre do original, não pode fugir às suas raízes.

Por mais que se queira tornar livre a versão, o princípio da história tem que ser preservado.

Se assim não o fosse, seria melhor criar outra novela com outro nome.

O que não se pode aceitar é que uma novela que tem sua história baseada em cenário de cidade nordestina, com termos e até palavras criativas do folclore nordestivo, não mostre seus personagens com sotaque nordestino.

Ao invés disso, conhecidos atores se apresentam com sotaque carregadamente carioca e os poucos que não têm esse sotaque carioca não tem sotaque nenhum, deixando de basear a criação de novas palavras que só teriam lógica se pronunciadas com o sotaque de origem.

Se a primeira versão de Saramandaia não se ateve a esse detalhe, não se pode aceitar nos tempos atuais, com toda tecnologia cinematográfica, a direção da novela não cuidar destes detalhes importantes.

Que o diretor-geral da TV Globo, Schroder, não tenha a menor noção de novela, vá lá.

Mas alguém deveria ter.

O diretor de entretenimento da Rede Globo entende tanto de novela quanto Pelé entende de democracia.

Tudo isso sob o comando de Roberto Irineu Marinho, atual presidente da TV Globo, que não está à altura nem do cheiro do sapato de seu pai.

Texto: James Akel

As opiniões expressas aqui são de responsabilidade do autor do texto, e não reflete a opinião do site TV Foco.

Tópicos nesse artigo:

Mais lidas

ver todas
  1. Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
  2. Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto
  3. Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
  4. Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”
  5. Os milhões acabaram? Descubra o valor e destino da herança dos Richthofen