
Globo confirma 3 sentenças que abalam gigante nº1 de Porto Alegre, RS - Foto: Montagem
O decreto de demolição de um gigante nº1 de Porto Alegre, Rio Grande do Sul (RS), atinge em cheio milhares com a sentença crucial. Diante disso, o time de especialistas do TV FOCO, a partir de informações do g1, da Globo, traz à tona maiores detalhes sobre o assunto.
Em suma, as obras de demolição do Edifício Galeria XV de Novembro, que fica no Centro Histórico de Porto Alegre, popularmente conhecido como “Esqueletão”, acabaram sendo retomadas no dia (04) de abril. Ademais, a expectativa é de que os trabalhos sejam concluídos até o fim do ano.
Vale mencionar que, no mês de fevereiro, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) determinou a paralisação das atividades depois de avaliar como inseguras as condições aos trabalhadores envolvidos.
A equipe responsável iniciou o processo no mês anterior, preparando o prédio com a instalação de telas protetoras.

Ademais, o prédio de 19 andares teve o início da construção em 1956. Todavia, ele teve as obras abandonadas três anos depois. Desde então, o imóvel passou a ser ocupado de forma irregular, até o esvaziamento completo em 2021.
Em síntese, a prefeitura conseguiu na Justiça a autorização para demolição do prédio, em 2022. Ademais, isso ocorreu por conta do risco de colapso da estrutura.
Vale dizer que, os trabalhos devem ser divididos em três etapas, segundo a Prefeitura de Porto Alegre. No primeiro momento, haverá a demolição de andares da parte de trás do edifício. Depois, ocorrerá a derrubada da parte frontal e do 19º ao 11º andar. Por fim, será feita a implosão dos andares remanescentes.
“Nós, no início, tínhamos um medo da implosão. Aí nós fizemos um estudo e constatamos: todo ele implosão não dá, em função de ser 19 andares. Vemos a necessidade, olhamos outras implosões. Dez andares têm que ser mecânico, manual. E os outros nove andares dá pra ser através da implosão”, detalha o engenheiro José Carlos Keim.

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Em suma, a conclusão dos trabalhos deve ocorrer no final de 2025. A obra tem um custo de R$ 3,7 milhões. A demolição foi retomada dia 28 de janeiro pelo 19º andar, após embargo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
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