Abel Ferreira confia em joia para formar dupla com Andreas Pereira no Palmeiras e fortalecer meio-campo

O Palmeiras tem um jeito curioso de revelar líderes silenciosos. Entre estrelas midiáticas e apostas de mercado, surge Lucas Evangelista, meia que ninguém esperava que carregasse tanta responsabilidade. Chegou sem alarde depois do Paulista de 2025, quase despercebido, mas a saída de Richard Ríos para o Benfica mudou tudo.

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Porém, de repente, ele não era mais apenas mais um no elenco, mas alguém capaz de conduzir o time, de mostrar presença em campo e fora dele. Não brilha nas manchetes, não faz postagens virais, mas virou peça fundamental para Abel Ferreira.

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Lucas Evangelista no Palmeiras (Foto: Reprodução – Instagram)

A chegada de Andreas Pereira poderia ter complicado as coisas. Um nome grande, contratado com status de estrela, e poderia facilmente roubar a atenção. Mas Abel decidiu usar Andreas mais à frente e deixou Evangelista no segundo volante.

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Contudo, é uma escolha simples na teoria, mas que reforçou o valor do meio-campista. Ele sobreviveu à pressão e à expectativa de títulos individuais. Virou liderança silenciosa, influente, respeitada pelos colegas e crucial para a estratégia da equipe.

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Além disso, Evangelista se destaca pelo jeito discreto. Não é de discursos inflamados nem de aparecer em fotos, mas está sempre ali para ajudar, organizar e apoiar. “Não vim para roubar posição de ninguém, vim para agregar no elenco”, disse ele em entrevista.

Como tem sido o desempenho de Lucas Evangelista no Palmeiras?

Em campo, ele entrega o que se espera e mais um pouco. Desde que assumiu a vaga de titular, jogou 14 partidas seguidas, sendo 12 como titular. São 30 jogos pelo Palmeiras até agora, com dois gols e três assistências. Ele lê o jogo, distribui passes, se posiciona certo na hora certa. Não aparece no destaque do dia, mas mantém a equipe inteira funcionando.

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Contra o Internacional, Evangelista marcou e participou de quase todas as jogadas decisivas. No confronto com o River Plate, quase marcou de cabeça. São detalhes que parecem pequenos, mas mostram sua presença constante, sua capacidade de decidir partidas silenciosamente.

Por fim, sua influência vai além das quatro linhas. Ele fala com todos, incentiva, acalma, cobra quando precisa. Antes do jogo contra o Internacional, por exemplo, fez questão de reunir o grupo e lembrar da importância de entrar concentrado desde o primeiro minuto.

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