Abel Ferreira chora com a saída de Paulinho e a perda de craque avaliado em 360 milhões que deixa o Palmeiras em 2025

O Palmeiras retorna ao Brasil sob forte comoção interna após a eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa.

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Porém, a certeza é uma só, o clube precisa reagir rápido para retomar o ritmo no Brasileirão, na Libertadores e na Copa do Brasil. Siga lendo para entender os próximos passos do Verdão.

Palmeiras perde jogadores

Segundo o GE da Globo, Abel Ferreira enfrentou dois baques duros no ataque. Perdeu Estêvão, avaliado em R$ 360M, negociado com o Chelsea, e Paulinho, que passará por nova cirurgia na canela e só voltará em 2026.

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Estêvão tem adeus antecipado no Palmeiras - Foto: Internet
Estêvão tem adeus antecipado no Palmeiras – Foto: Internet

Além disso, o zagueiro Murilo rompeu a coxa ainda nos Estados Unidos, o que pressiona ainda mais a montagem dos próximos confrontos.

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Volta ao Brasil

A delegação desembarcou em Guarulhos no sábado, foi direto para a Academia de Futebol e já se prepara para retomar os treinos no início da semana.

Embora tenha voltado sem receber a imprensa, o grupo já foca no clássico contra o Santos e na maratona de jogos que se inicia.

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Desafios imediatos para Abel Ferreira

  • Reposição no ataque: busca por Ramón Sosa, do Nottingham Forest, avançou e deve consumir cerca de 11 milhões de euros (~R$ 70 mi).
  • Ausências prolongadas: Estêvão vendido, Paulinho fora até 2026, Murilo em recuperação,
  • Possíveis saídas: Richard Ríos atrai interesse europeu; Palmeiras não aceitará menos de €30 mi.

A diretoria usará os recursos oriundos da premiação, cerca de US$ 39,8 mi brutos (~R$ 216 mi), para reforçar o elenco, descontando tributos aplicáveis nos EUA.

Contudo, com esse aporte, o clube projeta contratações pontuais sem abrir mão da competitividade.

Qual é a situação do Palmeiras?

O calendário, por sua vez, não perdoa: o Verdão ocupa a 4ª colocação no Brasileirão, com um jogo a menos.

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Porém, além do clássico com o Santos, virão confrontos decisivos: mata‑mata da Copa do Brasil, Libertadores e jogos intensos no Brasileirão — seis partidas em quase 17 dias,

Na coletiva pós-jogo, Abel foi pragmático: “Vamos trabalhar nossa equipe, não temos uma bola mágica na mão”.

A frase, leve mas firme, manda mensagem clara: a reação passará por trabalho coletivo, sem ilusões.

Conclusão

Por fim, o Palmeiras voltou ao país em clima de reestruturação e pressão, mas com determinação.

Contudo, o próximo capítulo escreverá se o time manterá sua posição nas competições ou se o investimento terá sido em vão.