Acidente fez apresentador da Globo perder os movimentos das pernas e ficar em cadeira de rodas para sempre

Acidente fez apresentador da Globo perder movimento das pernas (Foto: Divulgação)
Apresentador da Globo sofre grave acidente e perde movimento das pernas
Fernando Fernandes, apresentador do ‘No Limite’ da Globo, ficou conhecido nacionalmente por conta de sua participação na segunda edição do ‘Big Brother Brasil’.
Sete anos depois, o nome do rapaz, que atualmente é atleta de paracanoagem, voltou a ser assunto na mídia por conta de um acidente de carro que mudou para sempre sua vida, afinal, ficou paraplégico.
Tudo aconteceu no dia 4 de julho de 2009, Fernando Fernandes voltava para casa após uma partida de futebol quando dormiu ao volante sem o cinto de segurança.
Na ocasião, o carro bateu contra uma árvore na avenida República do Líbano, na zona sul de São Paulo. Inclusive, a colisão foi tão violenta que o apresentador da Globo quebrou duas vértebras, e na hora, correu o risco de perder o movimento das pernas, que por fim, foi o que realmente aconteceu.
Em uma entrevista ao ‘Esporte Espetacular’, na Globo, no ano de 2010, Fernando Fernandes falou sobre o momento do acidente.
“Com o meu corpo por fora não tinha acontecido nada. Eu me olhava e falava: ‘Pô, não tem nada, o que aconteceu aqui?’. Só que eu ainda não sabia que eu não estava sentindo as pernas”, contou ele.

MAIS SOBRE O ASSUNTO
Ao ser levado ao hospital, Fernando Fernandes passou por um cirurgia de descompressão da medula e fixação da coluna para tentar diminuir o inchaço e a inflamação do local.
Mesmo com o sucesso do procedimento, o atleta ainda fez muitos tratamentos intensivos para voltar a andar, mas o quadro ficou irreversível.
Já durante uma entrevista ao ‘Fantástico’, realizada neste ano, o apresentador da Globo falou mais sobre o momento e como se sentiu ao começar a usar a cadeira de rodas.
“O dia em que eu sentei em uma cadeira de rodas, tudo virou novo para mim. Eu virei uma criança sedenta por conhecimento, descobri novos caminhos. A sociedade criou o limite para aquele cara que está em uma cadeira de rodas, e então eu falei: ‘Não, não é esse o limite. Quem define o limite sou eu”, disse ele.
