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Bradesco saiu na frente e faz jogada de mestre para aniquilar concorrente

O Bradesco fez uma grande compra, que movimentou US$ 5,2 bilhões, o equivalente a R$ 17,6 bilhões, para sair na frente de um dos seus maiores concorrentes, o Itaú.

Estamos falando sobre a compra da subsidiária brasileira do HSBC, que fez com que o Bradesco chegasse perto do seu maior concorrente, o maior banco privado do país, com ativos de R$ 1,2 trilhão.

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“Temos a grata satisfação de anunciar que nós chegamos a um bom termo”, afirmou, em teleconferência, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. “O Bradesco desde 1943 já realizou 48 aquisições. A relevância da presença do HSBC no mercado brasileiro supera todas as aquisições anteriores”.

A partir da compra, o banco assumirá todas as operações do HSBC no Brasil, incluindo varejo, seguros e administração de ativos, bem como todas as agências e clientes:

“A aquisição proporcionará vários benefícios para os clientes de ambas as instituições, tais como o aumento da cobertura e da rede de atendimento em todo território nacional e acesso aos produtos distribuídos pelas duas instituições”, afirma comunicado do Bradesco.

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Bradesco - foto: reprodução

Bradesco – foto: reprodução

Bradesco - foto: reprodução

Bradesco – foto: reprodução

O que mudou após a aquisição do HSBC?

Vale mencionar que na ocasião, os clientes do antigo HSBC foram avisados sobre a compra, sendo todos integrados com o Bradesco, de forma automática, sem precisarem ir até uma agencia bancária para isso.

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Pensando no bem-estar dos clientes, o Bradesco anunciou a manutenção das mesmas condições dos planos já contratados pelo cliente (pacote de serviços/serviços essenciais). O mesmo vale para as linhas de crédito contratadas e para os investimentos, que terão suas condições preservadas.

Além disso, os contratos feitos quando a empresa ainda era do HSBC não foram alterados, já que de  acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) eles não pode ser alterado unilateralmente.