“Afinal, o que querem as mulheres?” aposta no diferencial, mas não tem força para atrair a massa da audiência

13/11/2010 às 14:43 · Tempo de leitura: Menos de um minuto

Não foram necessários mais do que alguns minutos para o público reconhecer a mão de Luiz Fernando Carvalho na direção de “Afinal, o que querem as mulheres?”, série que a Globo estreou nesta quinta-feira no final da linha de shows. Fotografia diferenciada, iluminação caprichada e personagens bem desenvolvidos foram as marcas do primeiro episódio da série. A história parece ser interessante, mas quem liga a TV meio distraído não sabe se ainda assiste a “Clandestinos – O Sonho Começou”. As duas produções possuem elementos semelhantes e dão a impressão ao telespectador de que são a mesma coisa, apesar de propostas diferentes. Será que foi proposital buscar unidade entre as séries ou deslize de quem programou a exibição dos programas? O fato é que “Afinal, o que querem as mulheres?” não teve força na acirrada guerra pela audiência. O primeiro episódio da série fechou com 12 pontos de média, o equivalente a 27% do público. No horário, “A Fazenda” marcou 16 de média.

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