ANVISA: confira tudo sobre a autarquia e proibições https://tvfoco.uai.com.br/agora/anvisa/ O TV Foco desde 2006 leva as melhores notícias da tv para milhares de brasileiros todos os dias. Tudo sobre tv e famosos, novelas, realities. Fri, 16 Jan 2026 19:44:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://statics.otvfoco.com.br/2020/01/cropped-favicon-32x32.png ANVISA: confira tudo sobre a autarquia e proibições https://tvfoco.uai.com.br/agora/anvisa/ 32 32 Risco de inflamação no corpo: Anvisa proíbe popular dos doces hoje 16/01 por flagrar fragmentos de plástico https://tvfoco.uai.com.br/doce-popular-sai-do-mercado-apos-acao-da-anvisa/ Fri, 16 Jan 2026 20:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2538005 Anvisa age e proíbe doce popular ao encontrar fragmentos de plástico que podem causar inflamação no corpo A Anvisa determinou a proibição imediata de glitters e folhas de ouro vendidos como comestíveis no Brasil. A decisão ocorreu após fiscais identificarem fragmentos de plástico na composição desses produtos, situação que elevou o alerta sanitário. Desde então, […]

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A Anvisa determinou a proibição imediata de glitters e folhas de ouro vendidos como comestíveis no Brasil. A decisão ocorreu após fiscais identificarem fragmentos de plástico na composição desses produtos, situação que elevou o alerta sanitário.

Desde então, a Anvisa passou a considerar esses itens um risco direto à saúde, sobretudo por envolver ingestão repetida em doces populares. Além disso, o órgão destacou que nenhuma quantidade de plástico possui autorização para consumo humano.

ANVISA faz alerta após brigadeiro contendo plástico (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN)
ANVISA faz alerta (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/GMN)

A medida atingiu produtos amplamente usados na confeitaria artesanal e profissional. Muitos apareciam em bolos decorados, sobremesas finas e doces vendidos em redes sociais.

Segundo a Anvisa, análises confirmaram a presença de polímeros como polipropileno e PET, materiais comuns em itens decorativos.

Por isso, a agência determinou o recolhimento dos lotes e proibiu a propaganda desses produtos como comestíveis, reforçando o cumprimento das normas sanitárias vigentes.

Quais os riscos?

Além do risco imediato, a Anvisa apontou preocupação com os efeitos acumulativos dessas partículas no organismo. Estudos recentes associam a ingestão de microplásticos a processos inflamatórios, alterações celulares e possíveis impactos no sistema imunológico.

Embora a ciência ainda investigue a extensão desses danos, especialistas já defendem cautela máxima. Assim, o consumo frequente de alimentos decorados com plástico pode favorecer inflamações silenciosas no corpo.

A polêmica ganhou força após a circulação de um vídeo nas redes sociais. O conteúdo mostrava que glitters vendidos como comestíveis possuíam a mesma composição de produtos usados em papelaria. A partir disso, consumidores passaram a questionar a segurança desses itens.

Logo depois, a Anvisa intensificou fiscalizações e confirmou irregularidades em marcas comercializadas online e em lojas especializadas.

Atenção

No entanto, a agência esclareceu que nem todo glitter usado em doces representa risco. Existe diferença clara entre produtos decorativos e ingredientes alimentares autorizados.

O problema surge quando fabricantes rotulam plástico como comestível. Por isso, a Anvisa reforçou critérios que ajudam a identificar produtos seguros.

  • O rótulo deve indicar uso alimentar autorizado.
  • A composição precisa trazer apenas aditivos permitidos.
  • O produto deve conter código INS válido.
  • A embalagem não pode usar termos ambíguos ou enganosos.

Por fim, a Anvisa orientou consumidores e profissionais a suspenderem o uso de qualquer glitter sem comprovação sanitária. O órgão também recomendou denunciar produtos suspeitos à vigilância local.

Com isso, a agência busca reduzir a exposição da população a substâncias proibidas e reforçar a segurança alimentar. A decisão marca mais um passo no combate a práticas que colocam a saúde em segundo plano.

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Bebês intoxicados: Anvisa faz alerta grave sobre marca popular da Nestlé https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-alerta-apos-bebes-intoxicados-por-marca-da-nestle/ Thu, 15 Jan 2026 00:01:44 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2537247 Anvisa alerta para risco grave após registros de bebês intoxicados ligados a marca popular da Nestlé A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou um alerta grave após identificar risco sanitário em fórmulas infantis da Nestlé vendidas no Brasil. A decisão entrou em vigor no dia 7 de janeiro de 2026 e atingiu lotes específicos. […]

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou um alerta grave após identificar risco sanitário em fórmulas infantis da Nestlé vendidas no Brasil. A decisão entrou em vigor no dia 7 de janeiro de 2026 e atingiu lotes específicos.

A agência determinou a suspensão imediata da comercialização. Além disso, a Anvisa proibiu a distribuição e o consumo desses produtos. A medida teve caráter preventivo e buscou evitar novos casos de intoxicação em bebês. O alerta ganhou força após relatos clínicos confirmados no Distrito Federal.

A investigação apontou possível presença da toxina cereulide em um ingrediente terceirizado usado na produção. Segundo a Anvisa, a substância se relaciona à bactéria Bacillus cereus. Essa toxina provoca reações intensas no organismo infantil.

Anvisa suspende fórmulas infantis da Nestlé por motivo grave - Foto: Montagem
Anvisa suspende fórmulas infantis da Nestlé por motivo grave – Foto: Montagem

No entanto, a agência esclareceu que o problema não envolve todos os produtos da marca. Apenas lotes específicos entraram no recolhimento. Assim, a orientação oficial destacou a necessidade de conferir rótulos e códigos antes do uso.

Bebês intoxicados

No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde confirmou a intoxicação de 2 bebês após o consumo das fórmulas investigadas. As crianças tinham cerca de 1 ano. Elas apresentaram vômitos frequentes e diarreia intensa. Logo depois, os responsáveis buscaram atendimento médico.

Além disso, equipes de saúde identificaram a ligação direta com os lotes sob alerta. O caso reforçou a gravidade da decisão adotada pela Anvisa.

As famílias interromperam o uso das fórmulas assim que receberam a orientação médica. Em seguida, os bebês apresentaram melhora progressiva do quadro clínico. Não houve registro de complicações mais graves até o momento.

Porém, os profissionais mantiveram acompanhamento próximo. A Secretaria de Saúde reforçou a importância da notificação rápida. Dessa forma, o sistema sanitário conseguiu agir com mais rapidez.

Por que a toxina faz mal?

A toxina cereulide provoca sintomas gastrointestinais severos e de início rápido. Especialistas alertam que o organismo infantil reage com menos defesa. Por isso, qualquer atraso no atendimento amplia os riscos.

Além disso, a bactéria responsável pode resistir a processos comuns de preparo. A Anvisa explicou que a contaminação ocorre na matéria-prima. Assim, o controle rigoroso de fornecedores se torna essencial.

Enquanto isso, órgãos de vigilância sanitária intensificaram fiscalizações em mercados e farmácias. As equipes buscaram retirar produtos irregulares das prateleiras. Em Mato Grosso do Sul, um bebê de 2 meses precisou de internação. O caso também envolveu lote proibido. Portanto, o alerta ultrapassou o Distrito Federal. A Anvisa ampliou o monitoramento nacional.

Pronunciamento da Nestlé

A Nestlé Brasil informou que iniciou recolhimento voluntário dos lotes afetados. A empresa orientou consumidores a suspenderem o uso imediatamente. Além disso, indicou canais de atendimento para troca ou reembolso.

A fabricante afirmou que outros lotes permanecem seguros. No entanto, reforçou a importância da conferência detalhada dos códigos. A comunicação buscou reduzir riscos e esclarecer dúvidas.

Lista de Lotes Afetados:

Nestogeno 0-6 meses | 800g

  • 5341046041
  • 5342046041
  • 5343046041
  • 5344046041

Nan Supreme Pro 0-6 meses | 400g

  • 5321046041
  • 5321046043

O Nan Supreme Pro 0-6 meses | 800g

  • 5319046041
  • 5320046041
  • 5321046041

Nan Supreme Pro 6-12 meses | 800g

  • 5324046041
  • 5325046041
  • 5326046041

Nanlac Supreme Pro 1 a 3 anos | 800g

  • 5301046041
  • 5302046041
  • 5338046041
  • 5339046041
  • 5340046041

O Nanlac Comfor 1 a 3 anos | 800g

  • 5327046041
  • 5327046043
  • 5328046041
  • 5336046041
  • 5337046041
  • 5338046041

Nanlac Comfor 1 a 3 anos | 1,6kg

  • 53360460V4
  • 53370460V1
  • 53380460V1
  • 53390460V1
  • 53390460V2
  • 53430460V2

Nan Science Pro Sensitive 800g

  • 5323046041

Por fim, autoridades sanitárias reforçaram a necessidade de atenção a sinais de reação em bebês. Vômitos repetidos e diarreia exigem avaliação médica imediata. Além disso, o cumprimento do alerta evita novas ocorrências.

Contudo, a Anvisa destacou que ações preventivas salvam vidas. Assim, a checagem cuidadosa dos produtos se torna indispensável. Portanto, o episódio reacendeu o debate sobre segurança alimentar infantil.

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Fezes de rato e mofo: Vigilância Sanitária interdita padaria popular em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/vigilancia-sanitaria-interdita-padaria-por-fezes-de-rato-e-mofo/ Wed, 14 Jan 2026 21:30:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2537143 Vigilância Sanitária encontra fezes de rato e mofo e interdita padaria popular em 2026 Fezes de rato e mofo motivaram a interdição de uma padaria instalada em um supermercado em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, durante fiscalização da Vigilância Sanitária, agora janeiro de 2026. A ação integrou a Operação Fermento, que intensificou vistorias em […]

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Fezes de rato e mofo motivaram a interdição de uma padaria instalada em um supermercado em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, durante fiscalização da Vigilância Sanitária, agora janeiro de 2026.

A ação integrou a Operação Fermento, que intensificou vistorias em locais que produzem alimentos. Os fiscais identificaram falhas graves de higiene, além de produtos vencidos e riscos evidentes de contaminação, situação que expôs consumidores a perigos imediatos à saúde.

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Padaria interditada em cumprimento das normas da Anvisa (Foto: Divulgação)

Além disso, a equipe técnica encontrou fezes de roedores em áreas usadas para preparo e armazenamento de alimentos, o que agravou o cenário. Também surgiram pontos com mofo em superfícies internas, indicando descuido prolongado com limpeza e controle ambiental.

Diante desse quadro, a Vigilância Sanitária decidiu interromper as atividades de forma imediata. A medida buscou conter possíveis danos e evitar que produtos contaminados chegassem às prateleiras.

Durante a inspeção, os agentes recolheram alimentos fora do prazo de validade que estavam misturados a itens prontos para venda. Essa prática descumpriu normas básicas da legislação sanitária vigente. Portanto, os fiscais classificaram o ambiente como inadequado para manipulação de alimentos.

A combinação de sujeira, infestação e falhas de controle reforçou a necessidade da interdição total do setor de panificação.

Por que a padaria foi interditada?

Segundo o fiscal responsável pela operação, Vagner Cristofoli, as irregularidades encontradas contrariaram completamente os padrões exigidos no Brasil. Ele explicou que a legislação determina cuidados rigorosos com higiene, armazenamento e controle de prazos.

Caso contrário, os riscos à saúde aumentam de forma significativa. Por isso, a Vigilância Sanitária manteve postura rígida durante toda a fiscalização.

Como consequência direta, todos os produtos considerados impróprios foram apreendidos no local. Em seguida, as equipes realizaram o descarte conforme os protocolos técnicos estabelecidos.

Dessa forma, a Vigilância Sanitária impediu que qualquer alimento contaminado fosse reaproveitado ou comercializado. A ação reforçou o compromisso do município com a segurança alimentar e a proteção da população.

Posteriormente, a Vigilância Sanitária informou que a padaria só poderá reabrir após cumprir todas as exigências legais. Entre elas, estão a limpeza completa do espaço, adequações estruturais e revisão dos processos internos. Além disso, o estabelecimento precisará passar por nova vistoria técnica. Somente após aprovação formal, a liberação poderá ocorrer.

Por fim, a interdição evidenciou falhas que podem existir em estabelecimentos de grande circulação. A Operação Fermento seguirá com novas fiscalizações nos próximos meses. Portanto, a Vigilância Sanitária pretende ampliar o controle sobre a produção de alimentos. Contudo, o objetivo central permanece claro. Proteger a saúde pública e garantir que normas sanitárias sejam respeitadas.

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Risco de queimaduras e infecções: Anvisa proíbe 4 produtos capilares populares das mulheres em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-proibe-4-produtos-capilares-por-risco-a-saude-em-2026/ Tue, 13 Jan 2026 20:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2536742 Anvisa identifica risco de queimaduras e infecções e decide proibir 4 produtos capilares populares das mulheres em 2026 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu endurecer a fiscalização em 2026 e proibiu 4 produtos capilares populares entre mulheres. A medida mira riscos concretos à saúde. Logo no início do ano, a Anvisa identificou irregularidades […]

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Anvisa identifica risco de queimaduras e infecções e decide proibir 4 produtos capilares populares das mulheres em 2026

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu endurecer a fiscalização em 2026 e proibiu 4 produtos capilares populares entre mulheres. A medida mira riscos concretos à saúde. Logo no início do ano, a Anvisa identificou irregularidades graves.

Esses cosméticos circulavam sem registro sanitário. Além disso, prometiam resultados estéticos agressivos. Por isso, a agência determinou retirada imediata do mercado.

Alerta da Anvisa (Foto: Reprodução)
Alerta da Anvisa (Foto: Reprodução)

A decisão publicada no Diário Oficial destacou que produtos capilares com ação química exigem avaliação rigorosa. Portanto, sem registro, não existe comprovação de segurança ou eficácia.

A Anvisa analisou documentos, fórmulas e rotulagens. Em seguida, constatou falhas que comprometem o uso. Muitos desses itens atuam diretamente no couro cabeludo. Consequentemente, aumentam o risco de reações adversas.

Entre os produtos proibidos aparecem alisantes e realinhadores amplamente divulgados em redes sociais. A lista inclui Mask Botox Organic Biotherapy 1 kg Oxillis. Também consta Premium Caviar Protein Brazillis. Além disso, o BTX Hair Treatment Renova Lizz entrou na proibição. Esses cosméticos não apresentaram autorização válida. Assim, a agência proibiu fabricação, venda e uso em todo o país.

Quais produtos foram proibidos pela Anvisa?

Outros produtos capilares também sofreram restrições por irregularidades semelhantes. A Anvisa incluiu Realinhamento dos Fios Maxx Liss. Em seguida, proibiu Realinhamento dos Fios Perfecta Liss. Também retirou Power Whey Helen Zamprogno Beauty Hair. Além disso, vetou Retexturizador Capilar Biotina Supreme Evolution.

Todos descumpriram normas sanitárias básicas. Portanto, ficam sujeitos à apreensão imediata.

Segundo a Anvisa, o uso desses cosméticos expõe consumidoras a riscos diretos. O registro sanitário avalia ingredientes e processos produtivos. Sem essa análise, não existe controle sobre substâncias químicas.

Muitas fórmulas podem conter ativos proibidos. Além disso, falhas de fabricação favorecem contaminações. Por isso, a agência reforçou o alerta nacional.

Especialistas em saúde também chamaram atenção para os perigos dos cosméticos irregulares. Médicos relataram casos de queimaduras químicas. Além disso, observaram infecções no couro cabeludo. Produtos falsos ou irregulares não passam por testes. Assim, podem conter bactérias ou fungos. Consequentemente, aumentam quadros de dermatite e feridas.

O infectologista Gabriel Takahara explicou que infecções bacterianas e fúngicas surgem com frequência. Segundo ele, esses problemas causam foliculite e abscessos.

Além disso, algumas lesões demoram a cicatrizar. Em situações mais graves, pacientes precisam de atendimento médico. Portanto, o risco vai além da estética. A saúde fica seriamente comprometida.

Por fim, diante desse cenário, a Anvisa orientou consumidores a verificar o registro dos produtos. A consulta pode ser feita em bases oficiais.

Além disso, a leitura do rótulo ajuda a identificar irregularidades. A preferência por marcas regularizadas reduz riscos. Assim, a agência busca evitar queimaduras e infecções. A fiscalização segue ativa em todo o país.

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Larvas e insetos: Anvisa determina proibição de chá popular no Brasil por contaminação no início de 2026 https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-proibe-cha-popular-por-contaminacao-em-2026/ Mon, 12 Jan 2026 20:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2535368 Anvisa proíbe chá popular no Brasil após identificar larvas e insetos em produto contaminado nesse início de 2026 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou, agora no início de 2026, a proibição imediata de um lote específico de chá de camomila comercializado no Brasil. A decisão ocorreu após análises laboratoriais confirmarem a presença de […]

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou, agora no início de 2026, a proibição imediata de um lote específico de chá de camomila comercializado no Brasil. A decisão ocorreu após análises laboratoriais confirmarem a presença de larvas e fragmentos de insetos no produto.

O caso ganhou relevância nacional por envolver um item amplamente consumido e associado à ideia de bem-estar. Além disso, a medida reforçou a atuação do órgão na fiscalização de alimentos industrializados.

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Anvisa proíbe marca de chá – (Foto: Reprodução / Internet)

Segundo documentos oficiais, a Anvisa identificou irregularidades graves no lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra. As análises apontaram 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em apenas 25 gramas do produto.

No entanto, a legislação sanitária permite o máximo de 90 fragmentos para a mesma quantidade. Dessa forma, o órgão concluiu que o lote oferecia risco à saúde do consumidor.

Ainda durante as investigações, os técnicos encontraram talos, ramos e sementes estranhas à composição padrão da camomila. Esses elementos indicaram falhas no processo de seleção da matéria-prima e no controle de qualidade industrial.

Por isso, a Anvisa classificou o produto como impróprio para consumo humano. Assim, a agência publicou a resolução no Diário Oficial da União e determinou o recolhimento imediato.

A marca do chá se pronunciou?

Antes da decisão oficial, a própria fabricante comunicou à Anvisa a existência de problemas no lote, ainda em outubro de 2025. A empresa iniciou um recolhimento voluntário após identificar as irregularidades internas.

Contudo, a agência avaliou que a medida precisava de alcance nacional. Portanto, proibiu a comercialização, a distribuição, a divulgação e o consumo do lote contaminado.

A resolução deixou claro que nenhum estabelecimento pode manter o produto à venda, inclusive plataformas de comércio eletrônico. Além disso, a Anvisa orientou consumidores a interromperem o uso imediatamente ao identificar o número do lote na embalagem.

Em seguida, o órgão recomendou que os clientes procurem a empresa para devolução ou reembolso. Essas orientações seguem protocolos sanitários já consolidados.

Por fim, a atuação da Anvisa evidencia o papel estratégico da vigilância sanitária na proteção da saúde pública. Portanto, a cooperação entre empresas, órgãos reguladores e consumidores se mostra indispensável.

O episódio do chá de camomila funciona como alerta para toda a cadeia produtiva. Em conclusão, a fiscalização constante permanece como principal barreira contra produtos que ameaçam o consumo seguro.

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Ratos nos pães e leite podre: Supermercado é interditado pela Vigilância Sanitária no início de 2026 https://tvfoco.uai.com.br/supermercado-e-interditado-pela-vigilancia-sanitaria/ Sat, 10 Jan 2026 02:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534630 Vigilância Sanitária encontra ratos nos pães e leite podre e interdita supermercado no começo de 2026 Ratos andando sobre pães expostos e caixas de leite vencido levaram a Vigilância Sanitária a interditar um supermercado agora no início de 2026. A ação ocorreu após vídeos circularem nas redes sociais e provocarem forte reação pública. As imagens […]

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Vigilância Sanitária encontra ratos nos pães e leite podre e interdita supermercado no começo de 2026

Ratos andando sobre pães expostos e caixas de leite vencido levaram a Vigilância Sanitária a interditar um supermercado agora no início de 2026. A ação ocorreu após vídeos circularem nas redes sociais e provocarem forte reação pública.

As imagens mostraram roedores caminhando livremente sobre pães dentro da área de preparo, o que evidenciou falhas graves de higiene. Desde então, o caso passou a ser tratado como risco direto à saúde pública e ganhou prioridade nas autoridades locais.

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Funcionário da Vigilância Sanitária (Foto: Reprodução / Internet)

Logo no primeiro dia de fiscalização, os agentes encontraram um cenário considerado crítico. Além dos ratos sobre os alimentos, os fiscais identificaram fezes de roedores em áreas de armazenamento e circulação.

Também localizaram mais de 40 caixas de leite com o prazo de validade vencido. Diante disso, a Vigilância Sanitária determinou a interdição imediata do estabelecimento para impedir novos riscos aos consumidores.

O vídeo que desencadeou a operação ganhou ampla repercussão em poucas horas. Nas imagens, os ratos caminham sem qualquer barreira física entre os pães. Além disso, não havia sinais de controle de pragas ou proteção adequada dos alimentos.

Por isso, moradores da região passaram a relatar situações semelhantes vividas no local, o que reforçou a necessidade de uma ação rápida.

O que aconteceu com o supermercado?

Enquanto isso, a Polícia Civil acompanhou a fiscalização e decidiu prender o dono do supermercado. A autoridade policial entendeu que houve crime contra as relações de consumo. O proprietário passou a responder por expor a população a alimentos impróprios.

Segundo a investigação, a situação não se tratava de um episódio isolado, mas de um problema estrutural no funcionamento do comércio.

Além do impacto visual, o risco sanitário preocupou especialistas. Ratos podem transmitir doenças graves por meio do contato com alimentos contaminados. Entre elas, estão leptospirose e salmonelose.

Portanto, a presença desses animais em um ambiente de panificação amplia a chance de contaminação cruzada. Consequentemente, o consumo desses produtos poderia gerar surtos de intoxicação alimentar.

Outro ponto crítico envolveu os produtos vencidos. O leite fora do prazo representa risco imediato quando ingerido. Intoxicações podem causar vômitos, diarreia e desidratação.

Por isso, a legislação exige controle rigoroso de validade. No entanto, os fiscais constataram falhas no armazenamento e na conferência dos prazos, o que agravou a situação do supermercado.

Após a interdição, a Vigilância Sanitária informou que o local só poderá reabrir após cumprir todas as exigências legais. Entre elas, estão a dedetização completa, a limpeza estrutural e a substituição de equipamentos.

Além disso, o órgão exigiu treinamento da equipe e revisão dos protocolos internos. Somente depois de nova vistoria o estabelecimento poderá retomar as atividades.

Por fim, o caso reforçou a importância da fiscalização e da denúncia por parte dos consumidores. Situações como essa mostram que irregularidades podem persistir por anos sem intervenção. Entretanto, quando imagens e relatos chegam às autoridades, a resposta tende a ser mais rápida.

Assim, a atuação conjunta entre população, Vigilância Sanitária e polícia se mostra essencial para proteger a saúde coletiva.

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Informe hoje (09/01): Anvisa determina recolhimento das prateleiras de remédio mais popular dos idosos 60+ https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-determina-recolhimento-de-remedio-popular-entre-idosos/ Fri, 09 Jan 2026 22:15:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534564 Anvisa determina o recolhimento imediato das prateleiras do remédio mais consumido por idosos 60+ em todo o país Nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento, suspensão de venda e distribuição de um lote do medicamento Pantoprazol 40 mg. A ação acontece após a identificação de […]

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Anvisa determina o recolhimento imediato das prateleiras do remédio mais consumido por idosos 60+ em todo o país

Nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento, suspensão de venda e distribuição de um lote do medicamento Pantoprazol 40 mg. A ação acontece após a identificação de troca de embalagem com um remédio para pressão.

A decisão atinge exclusivamente o lote OA3169 de Pantoprazol Sódico Sesqui-Hidratado, produzido pela empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. A própria agência publicou essa medida, que decorre de uma comunicação formal feita pela fabricante, que detectou a irregularidade na rotulagem do produto.

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Anvisa – Medicamento (Foto: Reprodução)

O Pantoprazol é um dos medicamentos mais usados por idosos com mais de 60 anos, sendo prescrito rotineiramente para tratar refluxo gastroesofágico, úlceras e gastrites. A eficácia do tratamento depende da administração correta do princípio ativo, por isso a troca de embalagens pode gerar confusão no uso do medicamento.

A Anvisa deixou claro que apenas o lote citado foi afetado e, até o momento, não identificou indícios de que outros lotes ou produtos estejam comprometidos.

O episódio teve origem quando alguém trocou a embalagem do Pantoprazol pela do medicamento Hidroclorotiazida 25 mg, indicado para o controle da pressão arterial.

Porém, a Hidroclorotiazida é um diurético amplamente utilizado em tratamentos de hipertensão, o que reforça a gravidade da confusão. Especialmente considerando que pacientes sem hipertensão poderiam receber um remédio para pressão em vez de um para problemas gástricos.

Isso justificou a ação preventiva da agência reguladora, ainda que a MedQuímica tenha informado que o produto disponível no mercado “não oferece risco imediato à saúde”.

O que Anvisa falou?

A Anvisa enfatizou que a decisão se baseia em procedimentos de vigilância sanitária para garantir a segurança do paciente. E assim, evitar o uso incorreto de medicamentos. A determinação inclui a suspensão imediata da comercialização, distribuição e uso do lote afetado.

Farmácias, distribuidores e consumidores foram orientados a observar a presença do lote OA3169 e a devolver o produto caso o tenham adquirido recentemente.

Por fim, pacientes, especialmente idosos que dependem de medicamentos como o Pantoprazol, devem ficar atentos. Eles devem verificar atentamente os rótulos e lotes dos produtos que compram e procurar orientação médica ou farmacêutica caso tenham dúvidas ou identifiquem embalagens suspeitas.

O consumidor pode fazer a devolução ou a troca do produto afetado no estabelecimento onde ele foi adquirido, conforme orientam a agência e os órgãos de saúde.

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Pele em risco: Record confirma proibição da ANVISA contra pomada popular em 2026 https://tvfoco.uai.com.br/record-proibicao-anvisa-contra-pomada/ Fri, 09 Jan 2026 13:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534306 ANVISA proíbe e manda apreender pomada famosa em todo o Brasil; Entenda por que o produto foi classificado como irregular e os riscos reais O cuidado com a pele, ainda mais após uma tatuagem, costuma envolver atenção redobrada, especialmente quando o assunto é cicatrização. Pomadas pós-tatuagem ganharam espaço entre tatuadores e consumidores justamente pela promessa […]

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ANVISA proíbe e manda apreender pomada famosa em todo o Brasil; Entenda por que o produto foi classificado como irregular e os riscos reais

O cuidado com a pele, ainda mais após uma tatuagem, costuma envolver atenção redobrada, especialmente quando o assunto é cicatrização. Pomadas pós-tatuagem ganharam espaço entre tatuadores e consumidores justamente pela promessa de acelerar a recuperação e evitar infecções.

No entanto, nem todo produto disponível no mercado atende aos critérios mínimos de segurança exigidos no Brasil e foi justamente esse alerta que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) reforçou ao determinar a apreensão de uma pomada cicatrizante bastante divulgada nas redes sociais.

Todo cuidado é pouco!

De acordo com o portal R7, pertencente à Record, no dia 2 de janeiro de 2026, a ANVISA determinou a apreensão da pomada cicatrizante Inkdraw Aftercare, indicada para uso pós-tatuagem.

A decisão ocorreu após o órgão constatar que o produto não possui registro nem notificação sanitária, exigências obrigatórias para cosméticos e produtos de uso tópico no país.

Conforme afirmado pela autarquia, a empresa responsável pelo produto não consta nos cadastros oficiais da agência, o que impede qualquer verificação sobre a composição, a procedência, as condições de fabricação e a segurança do item comercializado.

O que pode colocar a pele em risco, uma vez que, sem essas garantias, as chances de dar uma irritação grave e até mesmo dificultar o processo de cicatrização são bem grandes.

Mesmo porque os produtos aplicados em tatuagens entram em contato com a pele recém-perfurada, o que aumenta também o risco de:

  • Infecções;
  • Inflamações;
  • Complicações dermatológicas.

Diante disso, o órgão determinou a proibição imediata do uso e comercialização da pomada em todo o território nacional.

Por isso, a Anvisa classificou o item como irregular e potencialmente perigoso, justificando a adoção das medidas mais restritivas previstas na legislação sanitária.

Quem está por trás da Inkdraw Aftercare?

Até o momento da publicação da decisão, a Anvisa classificou o fabricante da Inkdraw Aftercare como “empresa desconhecida”, uma vez que não há registro formal junto ao órgão.

Além disso, não existem informações públicas consolidadas sobre:

  • Estrutura industrial;
  • Sede oficial;
  • Responsável técnico;
  • Histórico regulatório da marca no Brasil.

Apenas um site oficial em que ela descreve o seu produto, conforme podem ver por aqui*.

Houve manifestação da empresa?

Até a divulgação desta matéria e conforme apurado nos principais meios e veículos, não houve manifestação pública da empresa responsável pela Inkdraw Aftercare sobre a proibição determinada pela ANVISA.

O órgão também não informou sobre apresentação de defesa administrativa, pedidos de regularização ou ações corretivas por parte do fabricante.

Mas um fato curioso é que, apesar de não haver nenhuma manifestação, a marca indicou que o produto foi notificado pela ANVISA, na aba onde está o produto em questão, conforme podem ver na imagem abaixo:

Produto da Inkdraw Aftercare (Foto Reprodução/site oficial da empresa)
Produto da Inkdraw Aftercare (Foto Reprodução/site oficial da empresa)

Contudo, o espaço segue aberto para posicionamento, caso a empresa decida se pronunciar oficialmente.

O que os consumidores devem fazer se adquirirem produtos proibidos pela ANVISA?

A Anvisa reforça que consumidores, tatuadores e estúdios devem utilizar apenas produtos regularizados, com registro ou notificação válida, especialmente em procedimentos que envolvem rompimento da barreira da pele.

Logo, a recomendação é interromper imediatamente o uso dos produtos autuados pela autarquia e buscar orientação profissional caso surjam sintomas adversos.

Mas, para mais casos como esse, clique aqui*.

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Contaminação no frango: Informe da ANVISA deve ser lido por donas de casa hoje 08/01 https://tvfoco.uai.com.br/contaminacao-no-frango-informe-da-anvisa-deve-ser-lido-hoje/ Thu, 08 Jan 2026 20:00:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2534126 Informe da ANVISA alerta sobre contaminação no frango e convoca donas de casa a lerem o comunicado oficial hoje O alerta divulgado pela Anvisa chama atenção imediata para um hábito comum nas cozinhas brasileiras. A agência reforça que lavar frango cru não elimina microrganismos perigosos. Pelo contrário, a prática amplia o risco sanitário dentro de […]

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Informe da ANVISA alerta sobre contaminação no frango e convoca donas de casa a lerem o comunicado oficial hoje

O alerta divulgado pela Anvisa chama atenção imediata para um hábito comum nas cozinhas brasileiras. A agência reforça que lavar frango cru não elimina microrganismos perigosos. Pelo contrário, a prática amplia o risco sanitário dentro de casa.

Além disso, o informe destaca que apenas o cozimento completo garante segurança no consumo da carne.

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Embora não apresente risco de consumo, a carne do frango deve estar bem cozida para evitar problemas (Foto Reprodução/Metrópoles)

Logo no início do comunicado, a Anvisa explica que a água não remove bactérias presentes no frango cru. Em vez disso, o líquido espalha esses microrganismos pelo ambiente. Assim, respingos atingem pia, bancadas, utensílios e outros alimentos.

Por isso, a agência classifica a lavagem como um fator que aumenta a contaminação cruzada nas cozinhas domésticas.

Entre os microrganismos citados pelos especialistas, a Salmonella aparece como uma das principais ameaças. Essa bactéria pode provocar infecções alimentares graves. Portanto, qualquer contato indireto com superfícies contaminadas já representa risco.

Ainda assim, muitas pessoas mantêm o hábito por costume ou desinformação, o que reforça a necessidade de alerta público.

Como o frango é contaminado?

De acordo com orientações técnicas, a contaminação cruzada ocorre quando bactérias passam da carne crua para outros alimentos. Por exemplo, isso acontece ao usar a mesma tábua ou faca sem higienização adequada.

Além disso, respingos invisíveis podem alcançar áreas distantes da pia. Assim, mesmo uma cozinha aparentemente limpa pode esconder riscos.

O informe também destaca sintomas comuns das doenças transmitidas por alimentos contaminados. Entre eles aparecem diarreia, vômitos, febre e dores abdominais. Em alguns casos, o quadro evolui para complicações mais graves.

Por isso, a Anvisa reforça cuidados redobrados em casas com crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas.

Enquanto muitos acreditam que a lavagem reduz impurezas, órgãos internacionais reforçam o mesmo alerta. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos confirma que lavar aves cruas não reduz bactérias.

Pelo contrário, estudos mostram maior dispersão de microrganismos após a prática. Dessa forma, a recomendação vale para cozinhas em qualquer país.

Por fim, o alerta reforça que hábitos antigos precisam de revisão diante das evidências científicas. Embora pareça inofensiva, a lavagem do frango aumenta riscos invisíveis.

Portanto, a informação correta se torna fundamental para evitar doenças. Ler o informe com atenção ajuda donas de casa a proteger a saúde da família.

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Pedaços de vidro: Anvisa determina proibição de molho de tomate popular das donas de casa por contaminação https://tvfoco.uai.com.br/anvisa-determina-proibicao-de-molho-de-tomate/ Thu, 08 Jan 2026 11:45:00 +0000 https://tvfoco.uai.com.br/?p=2533906 Alerta vermelho na cozinha: ANVISA proíbe lote de molho de tomate importado após descoberta de fragmentos de vidro A confiança em produtos tradicionais da despensa voltou a ser colocada à prova após um novo alerta da ANVISA. De acordo com o portal Metrópoles, desta vez, o foco recaiu sobre um molho de tomate importado, presença […]

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Alerta vermelho na cozinha: ANVISA proíbe lote de molho de tomate importado após descoberta de fragmentos de vidro

A confiança em produtos tradicionais da despensa voltou a ser colocada à prova após um novo alerta da ANVISA. De acordo com o portal Metrópoles, desta vez, o foco recaiu sobre um molho de tomate importado, presença comum na cozinha de milhares de famílias brasileiras.

O motivo da retirada foi a identificação de pedaços de vidro em um dos seus lotes, o que causou extrema preocupação pelo risco apresentado.

Entenda o caso:

A determinação ocorreu nesta última quarta-feira (07). O recolhimento atingiu o lote LM283 do molho Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro.

A medida suspende a comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo do produto em todo o Brasil.

A decisão ocorreu após notificação emitida pelo Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações (RASFF), mecanismo internacional utilizado por autoridades sanitárias para comunicar riscos graves associados a alimentos comercializados entre países.

Conforme mencionamos, o sistema apontou que o lote importado apresentava contaminação por fragmentos de vidro.

Diante da informação, a ANVISA adotou a retirada imediata do produto como medida preventiva para proteger os consumidores brasileiros.

Riscos:

A presença de vidro em alimentos representa um dos riscos mais severos à saúde pública.

Fragmentos podem causar cortes na boca, garganta, esôfago e trato digestivo, além de perfurações internas e hemorragias.

Portanto, a legislação sanitária brasileira trata esse tipo de contaminação como situação de risco iminente, que exige retirada imediata do mercado.

  • Importância da marca Mastromauro Granoro:

A Mastromauro Granoro é uma marca de origem italiana conhecida pela produção de massas e derivados de tomate, com atuação consolidada no mercado europeu e presença em diversos países por meio de exportação.

Os consumidores, especialmente as donas de casa, utilizam a passata com frequência pois buscam ingredientes selecionados para o preparo de:

  • Massas;
  • Molhos;
  • Receitas caseiras.

Posicionamento da empresa:

Até este momento, não há manifestação pública da Mastromauro Granoro sobre o recolhimento do lote LM283 no Brasil. No entanto, o espaço segue aberto para esclarecimentos.

O que o consumidor deve fazer diante de um lote proibido pela ANVISA?

A Anvisa orienta que consumidores não utilizem os produtos listados. No caso do molho de tomate, o consumo do lote LM283 deve ser interrompido imediatamente.

Produtos recolhidos devem ser devolvidos ao ponto de venda ou descartados conforme orientações do fabricante e das autoridades sanitárias locais.

Mas, para mais casos como esse, clique aqui*.

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