Alerta importante de falência: Metade dos bancos de país correm risco de calote e clientes são avisados

Metade dos bancos de país passam por situação complicada - Foto Reprodução Internet
Situação preocupante em país onde metade dos bancos correm o risco de falência
Sabemos que a atual situação financeira e econômica em que se encontra todo o mundo, tem deixado empresas, instituições em bancos em situações complicadas.
Dessa forma, nos últimos meses muito se ouve falar sobre grandes redes decretando falência, e até mesmo demissão em massa.
Dito isso, uma notícia que tem repercutido bastante, é sobre um alerta de falência, onde metade dos bancos de um país correm o risco de calote, e os clientes já foram avisados. Vamos entender melhor esta história.
Em qual país os bancos correm risco de calote?
Para melhor entender, acontece que pesquisas revelam que metade dos bancos americanos estão correndo risco de falência.
Informações divulgadas pelo Telegraph do Reino Unido informou que quase metade dos 4.800 bancos dos EUA estão “queimando seus buffers de capital”. Ou seja, os bancos do país podem ter muito mais problemas nos próximos meses.
Informações dão conta também de que as ações dessas instituições estão em queda, e isso estaria acontecendo após a apreensão do First Republic Bank por reguladores federais no início da semana.
A saber, o maior banco dos Estados Unidos, JP Morgan Chase, assumirá os depósitos da instituição e a maior parte de seus ativos.
Com essa crise que está ocorrendo, o especialista bancário da Universidade de Stanford, professor Amit Seru, disse ao Telegraph que milhares de bancos estão correndo grande risco.
“Não vamos fingir que isso é apenas sobre o Silicon Valley Bank e o First Republic. Grande parte do sistema bancário dos EUA é potencialmente insolvente”, disse ele.
“O valor de mercado dos ativos do sistema bancário dos EUA é US$ 2,2 trilhões menor do que o sugerido pelo valor contábil dos ativos contabilizados para carteiras de empréstimos mantidas até o vencimento”, falou.
Vale destacar ainda, que, segundo informações apuradas, alguns desses credores incluem os maiores bancos dos Estados Unidos, e um deles foi descrito como uma “entidade sistêmica global com ativos de mais de US$ 1 trilhão”.