Alerta urgente no JN: Anvisa baixa ordem às pressas contra produto popular e comerciantes se desesperam
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Notícia ganhou destaque no Jornal Nacional (Foto: TV Globo)
Órgão de Vigilância sanitária lançou uma nova ação contra a venda dos cigarros eletrônicos no Brasil
O Jornal Nacional, da Globo, repercutiu uma nova campanha da Anvisa em parceria com a Receita Federal. Agora, em novembro, as entidades públicas passaram a trabalhar juntas no combate a um produto comercializado ilegalmente no país.
Desta vez, haverá penas ainda mais severas para quem descumprir as ordens impostas. A ação em questão faz parte do combate ao uso dos cigarros eletrônicos, proibidos desde 2009.
Segundo o Jornal Nacional, a Receita Federal anunciou que vai suspender o CPNJ daqueles que forem flagrados vendendo pods e vapes. Há 15 anos, a Anvisa vem alertando contra o uso desse tipo de dispositivo que traz grandes riscos à saúde dos consumidores.
No Brasil, os valores variam entre 50 e 200 reais, dependendo da marca e da quantidade de tragos, chegando à faixa 30 mil puxadas em um único produto. Por conta da nicotina, pode causar dependência.
“A comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar seguem proibidas no Brasil. Essa decisão se baseou na inexistência de dados científicos que comprovassem as alegações atribuídas a esses produtos”, disse a Anvisa.
“Essa suspensão do CNPJ impedirá esta empresa de emitir documento fiscal, fazer movimentação bancária, fornecer produtos para o poder público e, além disso, impedir a obtenção de empréstimos”, acrescentou Yuiti Shimada, auditor representante da Receita Federal.
Um estudo do Ipec apontou que 2,9 milhões de adultos se declaram fumantes de pods e vapes no Brasil. No topo da lista, aparecem os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e também o Distrito Federal.
Afinal, quais os riscos do cigarro eletrônico?
- De acordo com a Associação Paulista de Medicina, o vapor do miniaparelho tem composição com nicotina e substâncias citotóxicas;
- Elas podem alterar o DNA das células da boca, do trato respiratório e aumentar o risco de câncer. No entanto, os produtos têm fácil circulação nas adegas e tabacarias.
Conclusão
A Anvisa, vale ressaltar, é responsável por estabelecer regras e dar suporte para todas as atividades da área de vigilância sanitária no Brasil. Além do comércio, onde fiscaliza a procedência e viabilidade dos produtos, o órgão ainda trabalha nos cuidados e policiamento dos aeroportos, portos e fronteiras.