Ana Paula Araújo dá atualização sobre caso de queda de avião trágica com mortes: "228 pessoas"

Ana Paula Araújo trouxe atualizações sobre o caso do voo Rio-Paris, uma das maiores tragédias de 2009, e nova decisão da Justiça

21/05/2026 às 09:45 · Tempo de leitura: 6 minutos

Ana Paula Araújo no Bom Dia Brasil e avião (Fotos: Reproduções / Globo)

Ana Paula Araújo traz atualizações sobre queda de avião em 2009

Na última edição do Bom Dia Brasil, que ocorreu nesta quinta-feira (21), Ana Paula Araújo trouxe atualizações sobre o caso do voo Rio-Paris, uma das maiores tragédias de 2009.

Nesta matéria, você saberá:

  • Atualização anunciada por Ana Paula Araújo
  • A decisão da Justiça sobre o voo AF447
  • O que causou a queda do avião em 2009

Ana Paula Araújo traz atualizações sobre queda de avião em 2009

Ao abrir a notícia, Ana Paula Araújo destacou a decisão tomada pelo Tribunal de Apelações de Paris envolvendo as empresas responsáveis pela aeronave.

“O Tribunal de Apelações de Paris condenou a AirFrance e AirBus pelo voo Rio-Paris de 2009”, iniciou a apresentadora.

Em seguida, Ana Paula Araújo relembrou a dimensão da tragédia e lamentou as mortes das vítimas.

“Uma tragédia, todas as 228 pessoas a bordo morreram. Vamos falar com Cecília que tem mais informações sobre essa decisão de agora cedo“, disse a apresentadora.

Ana Paula Araújo no Bom Dia Brasil (Foto: Reprodução / Globo)

Justiça francesa considera Airbus culpada

Nesta quinta-feira (21), a Justiça da França considerou a Airbus culpada por homicídio culposo no caso do voo AF447, que caiu em 2009 durante a rota entre o Rio de Janeiro e Paris. A Air France também responde ao processo.

Segundo informações de Cecilia Malan, a Justiça determinou o pagamento de R$ 1 milhão para as famílias das vítimas. A decisão ainda cabe recurso.

Avião Airbus A330 (Foto: Reprodução / Globo)

Relembre a queda do voo AF447

No dia 1º de junho de 2009, o Airbus A330 que fazia o voo AF447 caiu enquanto sobrevoava o Oceano Atlântico, poucas horas após decolar do Rio de Janeiro com destino a Paris.

As investigações apontaram que o congelamento das sondas Pitot, equipamentos responsáveis por medir a velocidade da aeronave, foi um dos fatores centrais para a tragédia.

Segundo as caixas-pretas do avião, o problema aconteceu enquanto a aeronave atravessava uma área de forte instabilidade climática próxima à Linha do Equador.

De acordo com o Ministério Público francês, falhas tanto da Airbus quanto da Air France contribuíram diretamente para o acidente.

Caixa-preta de avião (Foto: Reprodução / Globo)

Acusações contra Airbus e Air France

A Airbus é acusada de ter minimizado problemas já conhecidos nas sondas anemométricas e de não alertar as companhias aéreas com a rapidez necessária.

Já a Air France responde por supostamente não oferecer treinamento adequado aos pilotos para situações de congelamento das sondas, além de falhas na comunicação interna com suas equipes.

Empresas haviam sido absolvidas anteriormente

Em abril de 2023, o tribunal de Paris havia absolvido tanto a Airbus quanto a Air France da acusação criminal de homicídio culposo, apesar de reconhecer responsabilidade civil das empresas.

Posteriormente, o Ministério Público mudou seu posicionamento e pediu uma nova condenação das duas companhias no tribunal de apelação.

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