Ana Paula Araújo interrompe o Bom Dia Brasil e anuncia morte de famoso na Globo: "Lutava contra um câncer"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

11/11/2021 às 10:33 · Tempo de leitura: 2 minutos

Ana Paula Araújo durante o Bom Dia Brasil (Foto: Reprodução/Globo)

A âncora da Globo voltou às pressas de um intervalo para noticiar a perda de uma das principais figuras políticas do mundo

Na última edição do Bom Dia Brasil, que foi ao ar nesta quinta-feira (11), Ana Paula Araújo paralisou o noticiário para anunciar a morte de um famoso político internacional.

Ao lado de Chico Pinheiro, a âncora lamentou a morte do ex-presidente da África do Sul, Frederick De Klerk, uma das principais autoridades que lutou pelo fim do Aphartheid no país africano. 

De Klerk lutava contra um câncer de mesotelioma (uma membrana que fica no abdômen). Ele foi o último presidente branco do país e venceu o Prêmio Nobel da paz em 1993, ao lado de Nelson Mandela. O político também foi vice-presidente do país durante o governo de Mandela, que ficou no poder de 1994 a 1996.

Morreu hoje aos 85 anos, o ex-presidente da África do Sul, Frederick de Klerk, ele lutava contra um câncer. Vamos chamar de volta Cecília [ Malan, correspondente internacional], com as informações“, anunciou Ana Paula Araújo.

“Cecília, De Klerk teve um papel fundamental no fim do Aphartheid né? O regime sul-africano que segregava e matava pessoas negras”, ressaltou a âncora, lembrando da luta pelo fim do regime.

Na sequência, a correspondente da Globo em Londres falou sobre a trajetória política do veterano: “É Ana, Frederick De Klerk foi o último presidente branco da África do Sul e revogou as leis raciais que tornavam os negros, cidadãos de segunda classe. A partir da posse, em 1989, De Klerk iniciou a transição do regime segregacionista para a democracia”, relembrou.

Nelson Mandela e Frank De Klerk (Foto: Reprodução/Globo)

“Ele e Mandela ganharam juntos o prêmio Nobel da Paz, em 1993. Um ano antes de Mandela ser eleito presidente da África do Sul. De Klerk nunca foi uma unanimidade, para alguns era responsável pelo fim da segregação no país, para outros, foi o último símbolo daquela era”, finalizou a colega de Ana Paula Araújo. 

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