Infarto fulminante: o âncora que brilhou no Jornal Nacional e morreu após ser afastado de emissora rival

Âncora que brilhou no Jornal Nacional acabou morrendo de forma trágica (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)
Um grande nome do jornalismo, que brilhou no Jornal Nacional, morreu de infarto fulminante e Brasil ficou enlutado
O Jornal Nacional é um dos principais jornalísticos da Globo. No ar desde 1969, é considerado um dos programas mais antigos a permanecer no ar.
Em tantos anos, muitos nomes de renome passaram pela cadeira que hoje é muito bem ocupada por William Bonner. Dentre eles temos um memóravel jornalista que fez história na televisão brasileira.
Na televisão, esse renomado jornalista conseguiu se destacar na TV Manchete, e na sequência, na Globo, onde virou correspondente em Nova York, nos Estados Unidos, durante vários anos.
Estamos falando de Paulo Henrique Amorim, que nos anos 90, ancorava o Jornal Nacional e ainda fez inúmeras coberturas pela platinada.
Vale mencionar que ele também passou pela Band, mas sua carreira ficou consolidada mesmo na Record, aonde ele comandou o Domingo Espetacular, uma das principais atrações dominicais da emissora
Porém, no dia 23 de junho do ano de 2019, o jornalista Paulo Henrique Amorim despontava pela última vez na atração da emissora de Edir Macedo em que foi afastado.
Infelizmente, 17 dias depois, o jornalista morreu de forma trágica, aos 76 anos de idade, após sofrer um ataque fulminante.
Paulo Henrique Amorim era um dos principais jornalistas e um dos mais conceituados da Tv (Foto Reprodução/Internet)Trajetória na Record:
Na Record, o jornalista começou a apresentar programas como, “Jornal da Record 2° Edição”, “Edição das Notícias”, e “Tudo a Ver”.
Já em fevereiro de 2006, ele virou apresentador do “Domingo Espetacular”, uma revista eletrônica que vai ao ar nas noites de domingo na emissora.
Ativismo nas redes
Pra quem não sabe o jornalista era ativista de esquerda e defensor do atual presidente Lula em seu blog pessoal, chamado “Conversa Afiada”. Assim como nas redes sociais. Todo esse posicionamento causava um certo desconforto nos dirigentes da emissora.
Como mencionamos, o jornalista morreu na capital fluminense, dias depois do seu afastamento. Na época, ele deixou a esposa, chamada Geórgia Pinheiro, e uma filha.
Sua irmã, Marília, que na ocasião morava na França, disse em uma entrevista ao UOL, que tudo o que havia acontecido na Record, contribuiu para morte de Paulo Henrique Amorim:
“Falamos pouco porque estava na França. Ele teve vários casos de perder o lugar dele por pressão política. (…) Ele já conhecia isso, mas claro que sempre é um baque forte. Parece que dessa vez foi demais e ele não aguentou” – Declarou ela.

Paulo Henrique Amorim morreu dias depois do seu afastamento, vítima de um ataque fulminante (Foto Reprodução/Internet)