Adeus confirmado pela ANS e aniquilado pela Amil: O fim do 3º maior plano de saúde de São Paulo após 48 anos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
O fim do 3º maior plano de saúde de SP (Foto: Reprodução/ Montagem - TV Foco)
Confira tudo sobre o fim do terceiro maior plano de saúde de São Paulo que foi aniquilado pela Amil após 48 anos e teve o seu adeus confirmado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
No Brasil, possuímos um Sistema Único de Saúde (SUS), o qual oferta todo suporte à saúde necessário, desde a atenção primária, com as Unidades Básicas de Saúde (UBS), até os serviços de alta complexidade, como transplantes de órgãos e muito mais. No entanto, algo de grande relevância é possuir um bom plano de saúde, pois, apesar do acesso gratuito e igualitário, muitas vezes os processos são demorados e existem filas extensas, logo, um convênio pode fazer toda diferença.
Bom, no nosso país existe uma extensa lista de planos de saúde, os quais cobram diversos tipos de atendimento, sempre a depender da necessidade do cliente. Inclusive, hoje iremos falar sobre um plano de saúde gigantesco, diga-se de passagem, o 3° maior convênio de São Paulo, que teve seu adeus confirmado no mercado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e acabou sendo engolido pela Amil, isso após 48 anos de atividades no estado.
Para quem não sabe, estamos falando sobre a Medial Saúde. O plano de saúde surgiu em 1961 e no início, segundo o portal ‘Plano de Saúde Medial’, a empresa consistia em um pequeno consultório no bairro de Moema, localizado em São Paulo. No entanto, em 2009, a gigante chegou ao fim, sendo aniquilada pela Amil.
Bom, segundo o portal ‘Saúde Business’, em 2009, a Amil adquiriu 51,9% das ações ordinárias da Medial Saúde por cerca de R$ 612,5 milhões, o que equivale a R$ 17,2 por ação da Medial Saúde e aproximadamente R$ 8,4 por ação da Medial Participações. Compra essa que fixou mais ainda a Amil no mercado de seguros hospitalares. Esse que aguardava somente a confirmação da ANS, que saiu em 2010.
Confira o comunicado oficial da ANS sobre a incorporação do plano de saúde à Amil
“Após a análise dos documentos, da regularidade dos registros das duas operadoras e da constatação da devida normalidade econômico-financeira das empresas, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a aquisição de 51% das ações da Medial Saúde pela Amil Internacional.
Formalizada junto à ANS na semana passada, a operação foi cuidadosamente examinada e, além desses quesitos, a ANS avaliou também se a compradora possuía capacidade econômico-financeira suficiente para aportar na negociação.
Consumidores e prestadores de serviços não serão afetados pela negociação. A operação não produzirá alterações nos planos de saúde já contratados, portanto, todas as condições serão integralmente mantidas. Em caso de dúvida, os consumidores devem entrar em contato com a ANS através do Disque ANS (0800 701 9656)”.
A medial saúde já esteve presente em hospitais e centros médicos em São Paulo, Campinas, Sorocaba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Brasília e muito mais, totalizando 16 estados. Foi um convênio bastante abrangente e usado por milhões de brasileiros.
Por fim, vale ressaltar novamente o quão grande e importante foi a Medial Saúde. O plano de saúde, em 2008, chegou a ser a patrocinadora master do Corinthians, com sua marca estampando a frente e as costas das camisas do time. Na época, a empresa do ramo de seguros hospitalares, investia cerca de R$ 16,5 milhões anuais no Timão, e detinha o direito também de estampar as mangas do uniforme da equipe.
Como escolher o melhor plano de saúde?
Segundo informações do portal Serasa, um dos primeiros passos é levar em conta algumas questões que vão além do preço. É preciso avaliar também o plano que melhor se encaixa ao perfil do usuário e suas necessidades atuais, o que envolve, por exemplo:
- tipo do plano: se individual, empresarial ou coletivo (por adesão a partir de uma entidade de classe);
- possibilidade de coparticipação;
- tipo de cobertura oferecida: se ambulatorial ou hospitalar, com ou sem obstetrícia;
- abrangência: se nacional ou regional;
- períodos de carência;
- reajuste por idade;
- amplitude da rede credenciada.
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