Urgente: Anvisa acaba de arrancar mais de 500 produtos para cabelos das prateleiras e você pode ter um deles

Anvisa mandou derrubar inúmeros produtos voltados à beleza e cuidados capilares (Foto Reprodução/Montagem/Agência Brasil)
Comunicado foi publicado pelo Governo Federal e, quem comercializar os produtos, estará cometendo infrações sanitárias
Uma lista de produtos de cabelo foi cancelada pela Anvisa. O anúncio oficial foi feito para consumidores, comerciantes e fabricantes nesta quarta-feira, dia 20 de dezembro.
O risco de ter um dos cremes, shampoos e pomadas em casa são grandes. Isso porque são mais de 500 produtos que tiveram os registros cancelados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Segundo um comunicado publicado pelo Governo Federal, a norma determina o cancelamento de continuidade para as empresas que não fizeram as adequações de rotulagem previstas na resolução. As normas haviam mudado desde 2020.

No último mês de junho, a Anvisa já havia ordenando uma outra interdição sobre pomadas capilares que também fugiram às regras (Foto: TV Foco)
Na ocasião, foram propostas novas adequações que já deveriam ter sido colocadas em prática. Quem não cumpriu, foi reprovado na malha fina da Anvisa. Agora, as investigações continuam com análises laboratoriais e avaliação de processo de fabricação.
Se houver venda ou produção dos produtos em questão, estarão cometendo uma infração sanitária. Além disso, o órgão também vai realizar a inspeção dos responsáveis e acompanhar as notificações de eventos adversos relacionados aos comercializados.
Em junho, a instituição já havia realizado uma outra interdição em torno de pomadas capilares. O motivo foi o mesmo que o decreto atual, contrariando as normas definidas há 3 anos.

O Governo Federal confirmou que a Anvisa, mandou derrubar os registros de 500 produtos para cabelo, após empresas contrariem as normas que haviam sido impostas desde 2020 (Foto: Agência Brasil)
Qual o trabalho da Anvisa?
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária é responsável por estabelecer regras e dar suporte para todas as atividades da área no Brasil. Além do comércio, o órgão ainda trabalha nos cuidados e fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras.