Anvisa comunica proibição de óleo popular usado por muitos em 2025
Decisão da Anvisa provoca choque nacional ao proibir um dos óleos mais consumidos pelos brasileiros em 2025
Alerta da Anvisa (Foto: Reprodução)
Decisão da Anvisa provoca choque nacional ao proibir um dos óleos mais consumidos pelos brasileiros em 2025
A Anvisa decidiu agir e proibiu tudo o que envolve os óleos essenciais da marca Ashante Essentials. A decisão, publicada em 1º de agosto de 2025, atingiu diretamente a empresa ABA Natural Comércio Ltda.
Contudo, a medida determinou o fim da fabricação, da propaganda, da comercialização, da distribuição e até do uso dos produtos. Além disso, a justificativa foi clara. A empresa produzia e vendia cosméticos sem registro e sem autorização de funcionamento para esse tipo de atividade.
A resolução acendeu um alerta no setor de cosméticos naturais. Os óleos essenciais são populares, aparecem em rotinas de autocuidado e em terapias alternativas, mas nem todos seguem as regras exigidas pela Anvisa.
Porém, cada produto precisa de registro ou notificação, dependendo da categoria. Além disso, as empresas devem operar legalmente e provar que possuem estrutura adequada para fabricar produtos que entrem em contato com a pele.
O que são esses óleos?
Os óleos da Ashante Essentials ficaram conhecidos por prometer pureza e origem natural. O site oficial ainda exibe versões como lavanda francesa, menta piperita e limão siciliano. Tudo com apelo vegano, orgânico e livre de testes em animais. Essa imagem positiva fez a marca crescer rápido.
Porém, agora, a proibição muda completamente o cenário. Consumidores que compraram recentemente se perguntam se devem continuar usando ou descartar os frascos.
A Anvisa foi firme. A decisão vale para todos os produtos da linha Ashante Essentials. Além disso, a proibição cobre toda a cadeia produtiva, do início ao fim. Ou seja, nada pode sair da fábrica, circular em lojas ou ser promovido em anúncios.
Por fim, a decisão também levanta um ponto importante. O público associa o termo “natural” à ideia de segurança, mas nem sempre isso é verdade. Um óleo essencial sem controle de pureza pode causar irritação, alergias e até intoxicações. A ausência de registro impede a verificação da composição e da qualidade, algo que a Anvisa considera indispensável.
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