Anvisa proíbe progressiva queridinha dos salões e acende alerta entre mulheres sobre riscos escondidos nos alisamentos em 2025

A Anvisa proibiu a fabricação, a venda, a propaganda e o uso da progressiva Fashion Ruby da Kali Cosmetics. A resolução saiu no dia 3 de abril de 2025 e atingiu diretamente a empresa D Florence Indústria e Comércio de Cosméticos LTDA ME.

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Além disso, o órgão também mandou recolher todos os lotes do produto em circulação. A decisão teve impacto imediato nas redes e levantou dúvidas entre cabeleireiros e consumidores. O motivo da proibição envolve uma falha no processo de regularização.

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Progressiva no cabelo (Foto: iStock/Reprodução)

Contudo, a Anvisa classificou o produto como de Grau 2, o que exige registro e não apenas notificação. Mesmo assim, a empresa notificou o cosmético de forma indevida. O erro vai contra o artigo 34 da Resolução RDC nº 907 de 2024, que estabelece regras rígidas para produtos desse tipo.

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No entanto, esse detalhe técnico foi suficiente para barrar toda a operação da marca no país. A agência explicou que produtos de Grau 2 precisam de comprovação de segurança e eficácia antes de chegar ao público. Eles exigem testes, dossiês e relatórios técnicos. Quando uma empresa ignora essas etapas, a responsabilidade recai sobre quem fabrica e distribui.

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A fiscalização tem o papel de evitar riscos à saúde, e a Anvisa agiu com base nesse princípio. A decisão atinge todas as etapas da cadeia produtiva. Nenhuma unidade pode ser fabricada, comercializada ou usada em salões.

A medida inclui também a retirada das embalagens de pontos de venda físicos e online. O objetivo é evitar que o produto continue circulando de forma clandestina, mesmo após a proibição oficial.

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Quais as exigências da Anvisa para progressivas?

A resolução também endureceu as exigências para alisantes capilares, categoria que costuma gerar mais denúncias. A agência afirmou que continuará monitorando o mercado e alertando sobre produtos irregulares.

No entanto, a medida mostra uma tentativa de fortalecer o controle sanitário num setor cheio de irregularidades. Em poucos meses, várias progressivas populares caíram na mira da fiscalização. A Fashion Ruby agora entra para essa lista.

Contudo, a Anvisa quer evitar que substâncias sem comprovação continuem em contato com o couro cabeludo e o sistema respiratório das pessoas. A decisão tem um peso simbólico. Mostra que a fiscalização está mais atenta e que as regras não são apenas burocracia.

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Por fim, elas protegem consumidores e pressionam empresas a seguir o caminho certo. Agora, resta saber se a D Florence vai regularizar o produto ou abandonar de vez o mercado de progressivas.