ANVISA acaba de descer o facão, proíbe 5 produtos populares das mulheres e arranca de lojas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
ANVISA decreta proibição contra 5 produtos queridinhos das mulheres (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/ANVISA)
ANVISA baixa o facão e proíbe cerca de 5 produtos queridinhos entre as mulheres após os mesmos apresentarem sérios riscos
E a ANVISA acaba de determinar a proibição de uma lista com 5 produtos em cosméticos, amados entre as mulheres após detectarem irregularidades.
Aliás, essa fiscalização rigorosa da autarquia desempenha um papel crucial na proteção da saúde da população.
Mesmo porque, produtos utilizados diretamente na pele precisam atender a padrões de segurança e eficácia estabelecidos por ela.
Produtos suspensos e empresa responsável:
O fato ocorreu no último dia 19 de novembro, cuja suspensão foi devidamente publicada no Diário Oficial da União (D.O.U) incluindo os seguintes lotes e produtos, cujo foco é o tratamento capilar:
- Hidratante Redutor de Volume H Osil (todos os lotes)
- Hidratante Redutor de Volume H Osil Coffee (todos os lotes)
- Redutor de Volumes Pocahontas – Splendore Cosméticos (todos os lotes)
- Tratamento Redutor de Volume H Osil Coffee (todos os lotes)
- Tratamento Redutor de Volume H Osil Ojon (todos os lotes)
Todos eles são de responsabilidade da empresa HRT do Brasil Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda., localizada na Av. Chico Mendes, 311, Sumaré, SP.
Motivação da proibição
De acordo com a ANVISA, os produtos foram classificados de forma indevida como cosméticos de Grau 2, uma categoria que exige comprovação de segurança e eficácia para serem comercializados.
No entanto, a notificação apresentada estava em desacordo com a Resolução RDC n.º 752/2022, especificamente os artigos 3º e 34.
Além disso, a proibição foi baseada nos artigos 6º, 7º e no inciso I do artigo 67 da Lei 6.360/1976, que regula a vigilância sanitária de medicamentos e cosméticos no Brasil.
As irregularidades levaram às seguintes consequências
- Suspensão da fabricação, comercialização, propaganda, uso e distribuição dos produtos;
- Recolhimento imediato dos lotes disponíveis no mercado – incluindo todas as lojas físicas e onlines.
Riscos dos produtos irregulares:
Em suma, cosméticos que não seguem os padrões regulamentares podem representar sérios riscos à saúde.
Entre os potenciais perigos estão:
- Reações alérgicas severas: Irritação, vermelhidão e coceira;
- Toxicidade: Presença de ingredientes não testados ou em concentrações inadequadas;
- Falta de eficácia: Comprometimento dos resultados prometidos, enganando o consumidor.
Até porque, a classificação incorreta dos produtos pode mascarar a necessidade de estudos mais detalhados, como testes de segurança, colocando os usuários em risco.
Manifestações e importância da HRT do Brasil Indústria de Cosméticos:
De acordo com o portal da própria empresa, a HRT está em atividade desde 2015 no segmento profissional com produtos capilares, corporal e facial.
Porém, ela alega que, além dos produtos estarem distribuídos em todos estados brasileiros também estão devidamente registrados na ANVISA e seguindo rigorosamente todos os protocolos de segurança e eficácia.
- Outras linhas da marca continuam sendo vendidas normalmente;
- No entanto, a declaração oficial sobre esse caso específico não foi encontrada.
Qual alerta a ANVISA dá quanto aos cosméticos?
Por fim, a ANVISA reforça a necessidade de adquirir cosméticos apenas de empresas regulamentadas e produtos devidamente registrados.
Consumidores devem verificar se o número de registro ou notificação está presente no rótulo e consultar a procedência dos itens em canais oficiais.
O caso evidencia a importância da vigilância sanitária e do cumprimento rigoroso das normas para garantir a segurança e bem-estar dos consumidores.
Mas, se quiser saber mais sobre outras proibições da ANVISA, clique aqui*.
Considerações finais:
Em suma, a ANVISA proibiu 5 produtos capilares da HRT do Brasil por irregularidades na classificação e notificação.
Afinal de contas, produtos que se encontram nessa situação não garantem segurança de eficácia.
Por fim, a medida visa proteger os consumidores de possíveis reações alérgicas e outros problemas de saúde causados por cosméticos não regulamentados.
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