Risco de queimaduras e infecções: Anvisa proíbe 4 produtos capilares populares das mulheres em 2026

Anvisa identifica risco de queimaduras e infecções e decide proibir 4 produtos capilares populares das mulheres em 2026
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu endurecer a fiscalização em 2026 e proibiu 4 produtos capilares populares entre mulheres. A medida mira riscos concretos à saúde. Logo no início do ano, a Anvisa identificou irregularidades graves.
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Esses cosméticos circulavam sem registro sanitário. Além disso, prometiam resultados estéticos agressivos. Por isso, a agência determinou retirada imediata do mercado.

A decisão publicada no Diário Oficial destacou que produtos capilares com ação química exigem avaliação rigorosa. Portanto, sem registro, não existe comprovação de segurança ou eficácia.
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A Anvisa analisou documentos, fórmulas e rotulagens. Em seguida, constatou falhas que comprometem o uso. Muitos desses itens atuam diretamente no couro cabeludo. Consequentemente, aumentam o risco de reações adversas.
Entre os produtos proibidos aparecem alisantes e realinhadores amplamente divulgados em redes sociais. A lista inclui Mask Botox Organic Biotherapy 1 kg Oxillis. Também consta Premium Caviar Protein Brazillis. Além disso, o BTX Hair Treatment Renova Lizz entrou na proibição. Esses cosméticos não apresentaram autorização válida. Assim, a agência proibiu fabricação, venda e uso em todo o país.
Quais produtos foram proibidos pela Anvisa?
Outros produtos capilares também sofreram restrições por irregularidades semelhantes. A Anvisa incluiu Realinhamento dos Fios Maxx Liss. Em seguida, proibiu Realinhamento dos Fios Perfecta Liss. Também retirou Power Whey Helen Zamprogno Beauty Hair. Além disso, vetou Retexturizador Capilar Biotina Supreme Evolution.
Todos descumpriram normas sanitárias básicas. Portanto, ficam sujeitos à apreensão imediata.
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Segundo a Anvisa, o uso desses cosméticos expõe consumidoras a riscos diretos. O registro sanitário avalia ingredientes e processos produtivos. Sem essa análise, não existe controle sobre substâncias químicas.
Muitas fórmulas podem conter ativos proibidos. Além disso, falhas de fabricação favorecem contaminações. Por isso, a agência reforçou o alerta nacional.
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Especialistas em saúde também chamaram atenção para os perigos dos cosméticos irregulares. Médicos relataram casos de queimaduras químicas. Além disso, observaram infecções no couro cabeludo. Produtos falsos ou irregulares não passam por testes. Assim, podem conter bactérias ou fungos. Consequentemente, aumentam quadros de dermatite e feridas.
O infectologista Gabriel Takahara explicou que infecções bacterianas e fúngicas surgem com frequência. Segundo ele, esses problemas causam foliculite e abscessos.
Além disso, algumas lesões demoram a cicatrizar. Em situações mais graves, pacientes precisam de atendimento médico. Portanto, o risco vai além da estética. A saúde fica seriamente comprometida.
Por fim, diante desse cenário, a Anvisa orientou consumidores a verificar o registro dos produtos. A consulta pode ser feita em bases oficiais.
Além disso, a leitura do rótulo ajuda a identificar irregularidades. A preferência por marcas regularizadas reduz riscos. Assim, a agência busca evitar queimaduras e infecções. A fiscalização segue ativa em todo o país.
Autor(a):
Wellington Silva
Wellington Silva é redator especializado em celebridades, reality shows e entretenimento digital. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FIAP, Wellington une sua afinidade com tecnologia à vocação pela escrita. Atuando há anos na cobertura de famosos, cantores, realities e futebol, tem passagem por portais dedicados ao universo musical e hoje integra o time de redatores do site TV Foco. Seu olhar atento à cultura pop e à vida das celebridades garante matérias dinâmicas, atualizadas e com forte apelo para o público conectado.Contato: @ueelitu