A ANVISA publicou, em 30/01/2026, uma resolução que está ativa hoje, que proibiu totalmente o produto GLICOJAX em todo o território nacional. A medida alcançou uso, fabricação, distribuição, comercialização, propaganda e determinou apreensão imediata.

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Contudo, a decisão partiu após análise técnica que identificou riscos diretos ao consumidor. Além disso, a Anvisa apontou falhas graves relacionadas à origem do produto. Por isso, o órgão considerou a situação incompatível com as normas sanitárias vigentes.

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Idosos, Anvisa e placa de alerta (Fotos: Reproduções / Freepik / Marcelo Camargo / Canva)

Segundo a resolução, o GLICOJAX apresentou origem desconhecida, sem identificação clara de empresa responsável ou fabricante regularizado. Essa ausência de informações impede qualquer rastreabilidade.

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Consequentemente, a autoridade sanitária não conseguiu verificar composição, segurança ou qualidade. Além disso, o produto circulava sem autorização formal. Por esse motivo, a Anvisa classificou o caso como irregular e potencialmente perigoso à saúde pública.

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Outro ponto central da decisão envolveu como o produto se divulgava ao público. O GLICOJAX utilizava propaganda com promessas terapêuticas diretas. Entre elas, apareciam frases como “auxilia no controle da glicose sanguínea” e “controle a diabetes em 3 passos”.

No entanto, a legislação proíbe esse tipo de alegação para alimentos e suplementos. Portanto, a Anvisa considerou a comunicação enganosa.

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Quais os riscos desse produto?

Essas mensagens criaram um risco adicional. Muitas pessoas passaram a acreditar que o produto tratava doenças. Entretanto, suplementos não substituem medicamentos. Quando alguém confia nesse tipo de promessa, pode abandonar o tratamento correto.

Assim, o problema tende a se agravar. No caso da diabetes, isso significa aumento da glicose e maior risco de complicações.

Além disso, a Anvisa destacou que expressões como “suporte cardiovascular” e “saúde metabólica” induzem interpretação clínica. Mesmo quando parecem genéricas, essas frases sugerem efeito terapêutico.

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Por isso, a legislação bloqueia esse tipo de abordagem comercial. Dessa forma, o consumidor não confunde suplemento com tratamento médico.

Para deixar claro o risco, técnicos explicam o cenário de forma simples:

  • O produto se vende como regulador da glicose.
  • A pessoa acredita que está tratando a doença.
  • O tratamento real deixa de acontecer.
  • O quadro de saúde pode piorar silenciosamente.

Enquanto isso, a ausência de acompanhamento médico agrava a situação. A diabetes exige controle contínuo. Ela precisa de exames, ajustes de dose e orientação profissional. Produtos sem comprovação não oferecem esse suporte.

Portanto, o uso do GLICOJAX poderia atrasar diagnósticos e aumentar danos à saúde.

A decisão também determinou a retirada imediata de qualquer material publicitário. A Anvisa entendeu que a propaganda ampliava o alcance do risco. Quanto mais pessoas expostas, maior a chance de prejuízo coletivo. Assim, o órgão reforçou o papel da vigilância sanitária. A medida busca impedir que promessas falsas continuem circulando.

Por fim, a resolução reforçou um alerta direto ao consumidor. Produtos com origem desconhecida e promessas de cura não oferecem segurança. A Anvisa atua justamente para barrar esse tipo de prática. A recomendação permanece clara.

Portanto, qualquer tratamento para controle da glicose deve ocorrer com acompanhamento médico e produtos regularizados.