Contaminação e risco à saúde: A proibição da Anvisa contra 4 marcas de cafés amadas, arrancadas às pressas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Proibição da Anvisa contra marca de café (Reprodução: Montagem TV Foco)
A Anvisa teve que intervir contra 4 marcas de cafés amados pelos brasileiros, por conta de risco aos consumidores. Todos acabaram sendo retirados às pressas das prateleiras
A Anvisa teve que intervir, em 2022, contra 4 marcas de cafés amadas pelos brasileiros, que acabaram arrancadas dos mercados. Isso porque estava com uma contaminação que causava risco à saúde dos consumidores, e você precisa sempre se ligar no alerta do órgão.
A vigilância sanitária é o principal órgão responsável pela averiguação de todos os produtos, desde a sua fabricação, até o momento em que estão disponíveis para venda. Quando identificam algum problema, rapidamente emitem um alerta aos consumidores.
De acordo com o portal ‘G1’, no dia 28 de setembro de 2022, o Ministério Público de Minas Gerais fez um pedido, acatado pela Comarca de Viçosa, em que atingiu 4 cafés amados da região. Assim, tiveram a proibição para a comercialização, por conta do excesso de impurezas encontrados nos produtos.
A decisão, que segue as regulamentações da Anvisa, atingiu as empresas ‘Fartura – Tradicional’, ‘Da Feira – Extra Forte’, ‘Da Roça’ e ‘Viçosense -Extra Forte’. Ambas tiveram o prazo de 10 dias para que comprovassem a interrupção da comercialização.
A venda dos cafés só seriam retomadas caso comprovassem, por meio de um laudo, a ausência das impurezas na constituição, como milho, areia, cascas e paus acima dos limites permitidos por lei.
Além da proibição da comercialização, os produtos afetados pela contaminação, expostos à venda, também acabaram apreendidos. Assim, a vigilância sanitária do local seria a responsável pelo devido descarte aos produtos impróprios apreendidos.
Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, o café de uma das empresas apresentou a presença de 1,83% de casas de paus, 7,9% de milho e 0,29% de areais, além de pedras. Todos estão acima do limite estabelecido pela Anvisa, como aceitável.
Nota da empresa
Somente uma empresa, das 4 citadas, enviou uma nota oficial para a imprensa, divulgada também pelo G1. Trata-se da Frohlich, responsável pela marca ‘Café da Roça’. A empresa contou que o café com problema não teve a fabricação em sua fábrica, mas por uma outra empresa, que já estava proibida de usar o nome ‘Da Roça’, desde 2018.
“Enfatizamos que nossos cafés passam por um rigoroso processo de qualidade e obedecem às legislações sanitárias e de purezas. Portanto, não trazem nenhum risco à saúde ou visam lesar o consumidor”, garantiu a empresa.
Café é atingido por vigilância sanitária (Reprodução: Internet)
Viçosense fechado e Fartura indisponível (Reprodução: Montagem TV Foco)
Café da Roça segue com seu site ativo (Reprodução: Internet)
Em relação a situação atual da empresa, o Café da Roça segue com seu site ativo e consumindo seus produtos, sem nenhum risco aos consumidores. Já o Fartura – Tradicional aparece como produto indisponível nos sites dos supermercados.
O café Viçosense aparece como sua fábrica permanentemente fechada, quando coloca seu endereço n Google Maps. Por fim, a ‘Café da Feira’, não há atualizações sobre seu status, mas as redes sociais oficiais não contam com atualizações há mais de 4 anos.
Quando a Anvisa foi fundada?
A Anvisa, principal responsável por realizar a averiguação de todos os produtos que chegam aos consumidores, surgiu no dia 26 de janeiro de 1999.
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