Obrigado a encerrar as operações após 30 anos: A catástrofe do McDonald's e todas as lojas fechadas em país
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Unidades do McDonald's são fechadas em país (Foto: Reprodução, Montagem, TV Foco)
McDonald’s pegou todos do país desprevenidos ao anunciar o fechamento de todas as suas unidades
O McDonald’s instalou-se primeiramente em 13 de fevereiro de 1979, na rua Hilário de Gouveia, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e dois anos depois na Avenida Paulista, em São Paulo. Em 2005, as vendas de Big Mac ultrapassaram 53 milhões de unidades no país.
A marca é um sucesso mundial. milhões de unidades do McDonald’s estão espalhadas pelo mundo. Contudo, um país em especial teve todas as suas unidades fechadas.
Acontece que o McDonald’s anunciou o fechamento todas as suas lanchonetes na Rússia depois de mais de 30 anos atuando no país. A marca é mais uma gigante do mercado que deixou o país por conta da guerra na Ucrânia.
“É impossível ignorar a crise humanitária causada pela guerra na Ucrânia. E é impossível imaginar os Arcos Dourados representando a mesma esperança e promessa que nos levou a entrar no mercado russo há 32 anos”, disse o CEO da empresa, Chris Kempczinski, em comunicado enviado aos funcionários.
Logo do McDonald’s (Foto: Reprodução, UOL Economia)
Após a decisão, a companhia, que chegou a Rússia em 1990, registrou uma perda de até US$ 1,4 bilhão. Como comparativo, Rússia e Ucrânia responderam por US$ 2 bilhões da receita do McDonald’s em 2021.
A maior rede de fast food do mundo já havia fechado os seus 847 restaurantes em solo russo no mês de março de 2022. A empresa garante que seus 62 mil funcionários continuarão sendo pagos normalmente até o fechamento de qualquer possível transação.
Quais outras empresas deixaram a Rússia?
A Siemens também deixou de atuar na Rússia. Mesmo com prejuízo recente calculado em US$ 630 milhões, o grupo industrial e de tecnologia alemão acompanhou a decisão de outros nomes importantes, como a Adidas, a montadora francesa Renault e o McDonald’s.
Unidade do McDonald’s (Foto: Reprodução, UOL Economia)
O CEO da Siemens, Roland Busch, emitiu um comunicado sobre a decisão: “Todos somos movidos pela guerra como seres humanos. Os números financeiros devem ficar em segundo plano diante da tragédia. No entanto, como muitas outras empresas, estamos sentindo o impacto em nossos negócios.”
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