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Após mais de 46 anos, a Globo quebrou uma espécie de 'tabu' do "Jornal Nacional" do último sábado (07), colocando Ana Paula Araújo e Giuliana Morrone para comandarem o principal jornalístico da emissora, o que não acontece habitualmente.
Essa é a terceira vez na história do "JN" que duas mulheres apresentam o telejornal, no entanto, é a primeira em que elas dominam o noticiário global em um dia considerado "comum". Até então, o "Jornal Nacional" "100% feminino" era exceção, e ficava somente para comemoração do Dia Internacional da Mulher.
Desde sua estreia em 01º de setembro de 1969, o "JN" só chegou a ser comandado por duas mulheres em 08 de março de 2014, quando, pela primeira vez, a Globo abriu uma "exceção" e fez uma programação especial no Dia da Mulher, colocando Sandra Annenberg e Renata Vasconcellos à frente do noticiário. Neste ano, a dose foi repetida.
Sandra Annenberg e Renata Vasconcellos no primeiro "JN" comandado por duas mulheres, em 2014
(Foto: Globo/João Cotta)
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Fato incomum na Globo, duas mulheres comandando o principal telejornal de uma emissora já é comum outros canais. No mesmo dia, no SBT, Carolina Aguaidas e Analice Nicolau apresentaram o "SBT Brasil", por exemplo. Tais fatos refletem em uma postura de maior valorização da mulher na televisão.
Formado em jornalismo, foi um dos principais jornalistas do TV Foco, no qual permaneci por longos anos cobrindo celebridades, TV, análises e tudo que rola no mundo da TV. Amo me apaixonar e acompanhar tudo que rola dentro e fora da telinha e levar ao público tudo em detalhes com bastante credibilidade e forte apuração jornalística.