Foto: Divulgação

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Para não se queimar com a classe artística, a Record precisou intervir em um episódio que aconteceu em Brasília. O apresentador Marcão do Povo, que comanda a versão local do “Balanço Geral”, causou polêmica ao chamar a cantora Ludmilla de “macaca” ao vivo. O comentário gerou polêmica e a funkeira já adiantou que vai procurar seus direitos.

O comentário infeliz está ganhando grande repercussão e, diante disso, ele resolveu bloquear temporariamente os seus perfis nas redes sociais. “É uma coisa que não dá para entender. Era pobre e macaca, pobre, mas pobre mesmo”, disparou ele, durante o quadro “Hora da Venenosa”, ao comentar uma notícia nos dias 9 e 17 de janeiro deste ano.

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 “Sempre falo, eu era pobre e macaco também”, disse ele em seguida, para tentar suavizar a ofensa dita. Em seu perfil no Instagram, Ludmilla disse que esse comentário foi um “desrespeito absurdo, vergonhoso”. Agora, ela tomará todas as medidas legais cabíveis. Suspenso, Marcão foi substituído nesta terça-feira (18) por Dionísio Freitas.

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Em nota, o apresentador negou ter sido racista e afirmou que “macaco” é um termo comum na região onde vive. “O termo ‘macaco’ é utilizado no Centro-Oeste sem teor pejorativo. Por exemplo: é bastante comum ver pessoas dizendo que ‘fulano é macaco velho’, pois já tem certa vivência em determinada coisa”, explicou ele.

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“É a mesma situação presente no vídeo, com a simples mudança do adjetivo que acompanha o termo. A acusação de racismo não procede”, completou. Vale lembrar que ele é ex-deputado estadual por Tocantins e foi condenado pela Justiça Eleitoral em 2010, quando teve os direitos políticos cassados por três anos por abuso de poder econômico.

Na ocasião, ele mandou imprimir 55 mil jornais em Gurupi, cidade que até então tinha 52 mil habitantes. Marcão também já foi investigado pelo Ministério Público Estadual depois de ser citado em uma investigação comandada pela 1ª Delegacia de Gurupi (TO), suspeito de ligações com a máfia dos caça-níqueis na região.

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