ALBERTO PEREIRA JR.

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Em 12 dias, a Record terá a chance de apagar a impressão de amadorismo deixada durante o Pan-Americano de Guadalajara, em 2011.

Para a Olimpíada de Londres, a emissora escalou 330 profissionais, cem a mais do que levou ao México, promoveu treinamentos e aposta nas tecnologias HD e 3D.

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Vinte salas de cinema 3D da rede Cinépolis no Brasil irão exibir provas de atletismo e esportes aquáticos.

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O canal incrementou seu time de comentaristas, com a adição do deputado federal Acelino Popó (PRB-BA) e de Renê Simões, ex-treinador da seleção feminina de futebol.

“Trabalhamos com os pés no chão para aperfeiçoar o nosso trabalho. Queremos ser uma opção”, define Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da emissora.

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Para o público da TV aberta, no entanto, o canal será a única opção. Por R$ 122 milhões, a Record assegurou os direitos exclusivos de transmissão na TV aberta brasileira. Exibirá as competições ao longo de sua programação habitual, tentando se valer do esporte para alavancar sua audiência.

A cobertura extensiva ficará a cargo do canal jornalístico Record News, que dedicará 20 horas diárias ao evento.

Já a MTV garante a cota do humor, exibindo de Londres 13 edições do “Furo Olímpico”, com Dani Calabresa, Bento Ribeiro e participação de Marcelo Adnet. Esse último também mostrará suas impressões da cidade em “Adnet em Londres”.

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Folha de SP